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terça-feira, 2 de agosto de 2011

YouTube ensina a fazer um vídeo de sucesso na Internet



O YouTube lançou o Creator Playbook, um manual para criação de vídeos de sucesso na Internet, repleto de dicas e estratégias baseadas nos canais mais populares do site.


O documento é um PDF em inglês com 70 páginas e pode ser descarregado gratuitamente. O manual está dividido em três mini-guias: Programação e Produção, Publicação e Optimização e Comunidade e Media Social.


Cada uma das dicas têm um gráfico que representa qual seria o resultado e quanto tempo levaria para implementar a estratégia: algumas podem levar 5 minutos, enquanto outras levam dias.


O YouTube também afirmou que essa é apenas a primeira versão do Creator Playbook e que receberá actualizações com novas informações. 


quinta-feira, 12 de maio de 2011

Chrome Web Store disponível em Portugal

                      Chrome Web Store (Google)

Já está disponível em Portugal a Chrome Web Store, que permite descarregar aplicações para o browser Chrome, da Google.



A Google anunciou na conferência de programadores I/O, que se realizou esta semana, a abertura da Chrome Web Store a 41 países, entre os quais Portugal. Esta loja – que pretende rivalizar com a App Store da Apple – permite descarregar aplicações para o “browser” Chrome, muitas delas já com tecnologia HTML 5.
Estão disponíveis extensões clássicas para o Gmail, o YouTube e o Leitor de Notícias (Google News) como outras aplicações desenvolvidas pela própria Google, entre elas uma aplicação que permite bloquear determinados sites.


Mas existem ainda várias aplicações criadas por programadores independentes e espera-se que este número venha a crescer rapidamente. Um grande número de aplicações – em especial as extensões da própria Google – são gratuitas.
Podemos encontrar aplicações divididas em categorias como Compras, Educação, Entretenimento, Jogos, Social e Comunicações entre muitas outras.
A Google anunciou ainda a possibilidade de se realizarem compras intra-app (dentro da própria aplicação), opção que poderá revelar-se um sucesso, uma vez que a Google cobra apenas 5% sobre o valor das vendas, em contraste com os 30% pedidos pela Apple.






Fonte: Movimento Milénio


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

YouTube faz 6 anos - Parabéns!

Foi registado dia 15 de Fevereiro de 2005, e ninguém pode negar, foi o site que revolucionou o mundo.
Quem diria que o YouTube teria o poder que tem agora. É graças ao Youtube que não perdemos os maiores acontecimentos, as principais festas, concertos e festivais. É também graças ao Youtube que vemos as principais tristezas e infelicidades, as guerras as mortes e cheias.
O YouTube foi a mudança de uma Internet, uma referência. O Youtube tem vindo a revolucionar a televisão e a própria Internet, alias, continua, e criou uma interligação entre ambas que promete dar frutos. Graças a um simples computadro ligado a uma televisão, conseguimos ver vídeos em HD, e até em 3D, já que o Youtube já tem um site em 3D.
Uma ideia de 3 pessoas, Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, que foi lançado oficialmente em Novembro. YouTube diz que são colocadas no site 35 horas de material novo a cada minuto, e a seguir ao Google e ao Facebook, é site mais visitado do mundo.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Em busca de ideias geniais




Ele ajudou a criar o PayPal e foi um dos fundadores do YouTube. Agora, tem uma empresa de venture capital, a YouUniversity. Aqui, Jawed Karim, 31 anos, conta como é conquistar — e viver — o sucesso.


Aos 16 anos, Jawed Karim criou um sistema de e-mails para a escola em que estudava, o St. Paul’s School, em Minnesota (EUA). Dois anos depois, montou o site do laboratório de bioquímica da Universidade de Minnesota, onde sua mãe trabalhava. Mais tarde, cursando a Universidade de Illinois, seria convidado para trabalhar na PayPal. Mas a carreira meteórica do rapaz de origem alemã e criado nos EUA estava apenas começando. 

Após a venda da PayPal para o e-Bay, em 2002, ele decidiu empreender. Em uma troca de ideias com os amigos Chad Hurley e Steven Chen, teve uma ideia tão simples quanto genial: criar um site onde as pessoas pudessem compartilhar vídeos de todos os tipos e procedências. Coube a Hurley e Chen transformar o YouTube em um dos maiores fenômenos da internet — Karim, que ficou com uma participação minoritária, tinha outros planos: estudar ciência da computação em Stanford. A venda do YouTube para a Google, em 2006, por US$ 1,65 bilhão, pegou Karim de surpresa — mas, mesmo com um lote menor de ações, ele embolsou US$ 64 milhões. 

Então, ele partiu para seu empreendimento mais pessoal: a empresa de venture capital YouUniversity Ventures, que investe em negócios virtuais. Em novembro, Karim participou do evento “Silicon Valley — What’s Your Innovation”, organizado pelo Centro de Empreendedorismo da FGV-EAESP e pelo Fórum de Inovação, com patrocínio da Bric Chamber, e deu a seguinte entrevista a Pequenas Empresas & Grandes Negócios: 

De onde vêm as boas ideias? 
As melhores ideias de negócios vêm de uma necessidade pessoal. É algo em que se está muito interessado, ou mesmo apaixonado. Foi o que aconteceu no caso do YouTube. Eu estava no computador, tentando encontrar vídeos de dois acontecimentos marcantes de 2004. Um era a apresentação da Janet Jackson no show do Super Bowl, quando ela ficou com o seio de fora. O outro era o tsunami na Ásia. Descobri que era bem difícil achar essas imagens. Daí eu e meus colegas pensamos: e se criássemos um site onde as pessoas pudessem compartilhar vídeos? Foi assim que tudo começou. Ler + em Pequenas Empresas & Grandes Negócios





JAWED KARIM
QUEM É: Formado em ciência da computação por Stanford, participou das fases iniciais do PayPal e foi um dos fundadores do YouTube
O QUE FAZ: Depois que o YouTube foi vendido para a Google, em 2006, ficou milionário e montou a YouUniversity, empresa de venture capital que investe em negócios virtuais 

www.youniversityventures.com


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Empresas aderem às redes sociais sem levar a sério




 Pesquisa do Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) aponta que 65% das empresas já estão presentes nas redes sociais.
Fonte: Brasil Económico


Apesar da alta adesão, apenas 7% consideram que utilizá-las seja, de fato, imprescindível. Longe disso, a maioria - 47,9% - encara apenas como uma iniciativa desejável.
"Apesar das redes sociais estarem num patamar de alta utilização pelas empresas, elas ainda são vistas como um canal complementar. Ou seja, todos entendem como um meio de comunicação muito importante, mas não fundamental. A maioria ainda está em fase de teste, buscando entender como isso realmente pode agregar ao seu negócio", acrescenta Richard Lowenthal, diretor-executivo do Ibramerc.
A pesquisa foi realizada com 251 empresas com faturamento variável entre R$ 100 e R$ 300 milhões, R$ 300 e R$ 600 milhões e acima de R$ 600 milhões, buscando ouvir companhia de diversos portes.
As redes sociais de maior destaque entre as empresas são Twitter (84%), YouTube (62%) e Facebook (61%).
Para os entrevistados, o Twitter é a bola da vez e foi apontado como a rede mais relevante para 42% das organizações. De acordo com Lowenthal, "o twitter é a onda do momento no que se refere às redes sociais. Diferente de outras, demanda menos esforço de atualização".
É neste tipo de pensamento que mora um grande problema que pode prejudicar a imagem e levar à descrença dos consumidores nas empresas que se aventuram nas redes sociais. Muitas marcas não percebem que registrar um perfil apenas para fazer parte de um movimento pode ser pior do que não estar presente na web.
"Não basta somente ter presença digital, é preciso ter logística para que você responda às reclamações e aos pedidos e a maior parte das empresas não cria infraestrutura para isso", confirma Lowenthal.
Para Pollyana Miranda, analista de mídias sociais de grandes empresas e instituições, as companhias que não respondem aos seus seguidores acabam indo na contramão do que realmente pretendem, que é divulgar seus produtos ou serviços.
Essas empresas acabam prejudicando sua marca perante diversos usuários na internet, já que a informação será lida pelos seguidores daquele perfil e pode ainda ser retwittada (quando uma informação é encaminhada por outro perfil para todos os seus seguidores) por um número incalculável de perfis.
"Eles não utilizam o princípio básico das redes sociais que é o conceito da web 2.0, da interação com os usuários. No caso deles, além de usuários, são clientes", explica Miranda.
A tese de Pollyana é confirmada pelo publicitário Rodrigo de Aquino, que mantém um perfil no Twitter e tentou contato com sua operadora de celular sem obter sucesso. Aquino conta que se sentiu desrespeitado ao tentar contato com os dois perfis da empresa e acabou cancelando os planos de internet 3G e telefonia.
"Não adianta tentar criar uma imagem e um discurso bonitos se não têm uma atitude que sustente isso. Assim, a credibilidade da empresa cai por terra", afirma.
Em contrapartida, há empresas que não esperam ser acionadas em seus perfis para dar uma resposta aos clientes. O ator Fernando Booyou, por exemplo, conta que citou o nome de um banco em seu perfil apenas uma vez e rapidamente obteve resposta da companhia. Como seus problemas foram solucionados, Booyou elogiou a marca para seus mais de mil seguidores.
Esse tipo de atuação positiva só é possível quando a empresa investe em profissionais que cuidam de seus perfis e fazem monitoramento do que é falado sobre sua marca nas redes sociais.
Benefícios
Já que uma fatia pequena das empresas leva seus relacionamentos virtuais a sério, pelo menos por enquanto, apenas 45% delas afirmaram que o fortalecimento da marca foi o maior benefício trazido pelas redes sociais. "Ainda é muito difícil para a empresa quantificar esses benefícios e entender como se mede o retorno sobre isso. Alguns formatos ainda estão sendo consolidados", explica Lowenthal.
As redes sociais também têm sido aproveitadas pelas empresas para ações de coleta e análise de informações. A idéia é usar esse novo meio até mesmo para saber o que a concorrência está fazendo. Segundo a pesquisa, as práticas mais comuns são monitorar o mercado (46%), o comportamento dos clientes (45%) e a concorrência (39%).

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Como usar as redes sociais a favor da empresa

Os negócios precisam implantar estratégias alinhadas com suas culturas e processos, estabelecendo uma relação de fidelização e engajamento de seus clientes.


Por Sandra Turchi*
 Divulgação

É fato que as mídias sociais vieram para ficar, o que fez com que profissionais de marketing e agências de propaganda de grandes empresas se adequassem para entender essa nova realidade, criando ações capazes de encontrar e encantar seus consumidores na rede. Agora, é a vez das pequenas e médias empresas também utilizarem essas ferramentas a seu favor.

Segundo pesquisa realizada em 2009 nos Estados Unidos, 92% das empresas utilizavam mídias sociais ou estavam planejando iniciativas nesse sentido, e mais de 70% das empresas tinham menos de dois anos de experiência com essa atividade.

Isso demonstra a grande preocupação das empresas com o que acontece nas redes sociais, mas não quer dizer ainda que estejam conseguindo implantar estratégias efetivamente alinhadas com suas culturas e processos, estabelecendo, assim, uma relação de fidelização e de engajamento de seus clientes.

Aproximadamente 65% das empresas pesquisadas utilizavam as mídias sociais no seu dia a dia para realizar pesquisas, buscar informações relevantes e fazer benchmarking. As dez atividades mais comuns são: manter sites de mídia social da companhia, com 70% dos casos; monitorar o que é dito sobre a empresa, com 60%; participar no Twitter, com 56%; monitorar ratings, com 54%; acompanhar o que é dito sobre os concorrentes, com 53%; participar de discussões em sites de terceiros, com 51%; divulgação e propaganda, com 50% dos casos; gerir uma comunidade on-line para os consumidores, com 50% das citações, e participar de sessões de perguntas e respostas em sites de terceiros, com 50%. As redes mais usadas pelas empresas são Facebook, Twitter, LinkedIn e YouTube.

No Brasil, essa realidade é bem diferente, principalmente quando falamos de PMEs. Segundo estudo realizado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), apenas 17% das empresas têm suas empresas cadastradas em redes sociais, embora 51% monitorem o que é dito sobre elas na web. Esse monitoramento, em geral, é feito por equipes próprias, ainda com pouca ou nenhuma utilização de recursos mais profissionais.

Isso reflete que há preocupação com o mundo das redes sociais, embora não haja ainda muitas ações relacionadas a isso, principalmente porque, como se sabe, as PMEs não dispõem nem de equipes focadas no assunto nem de investimentos exclusivos.

De qualquer forma, há muitas companhias que saíram na frente e têm utilizado esses mecanismos, principalmente para executar as seguintes atividades: relacionamento com seus clientes; levantamento de críticas e sugestões - o que funciona como uma “pesquisa” on-line e gratuita; e divulgação de promoções de produtos e divulgação gratuita de vagas para contratação de novos funcionários, principalmente para as áreas de comunicação e marketing, pois a vinda do candidato por esse meio já é uma forma de pré-seleção.

É importante ressaltar que o uso das mídias sociais pode favorecer a empresa em diversos aspectos, mas é extremamente importante que a empresa entenda como isso funciona, para iniciar suas atividades sem cometer falhas