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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Erros no Recrutamento 2.0



O recrutamento de pessoal em redes sociais como o LinkedIn ou Xing apresenta novos desafios para os recrutadores. Muito se fala sobre o recrutamento 2.0, mas pouco sobre as metodologias e como elas são eficazes. A sua empresa está preparada para esta atividade?
Saber gerir as redes sociais e profissionais, mover-se através delas e tirar partido das suas enormes oportunidades de comunicação e de contato é a chave para o surgimento de novos agentes e para atender às necessidades colocadas pela nova fase de recrutamento.
Erros cometidos pelos recrutadores 2.0
O principal erro que as empresas cometem na hora de procurar talentos em redes sociais é o de atribuir a tarefa a um recrutador tradicional, sem preparação prévia. Sem formação adequada, um recrutador tradicional aplicará as mesmas estratégias com as quais está acostumado, mas desta vez nas redes sociais.
Exemplos de recrutamento 2.0
- Utilizar um espaço para publicar vagas de emprego como fazem na mídia tradicional
- Responder a várias perguntas com a mesma mensagem: “Envie-me seu currículo para marcarmos uma entrevista.”
- Não reconhecer as pessoas com a qual se comunicou antes
- Não cumprir com os costumes básicos de educação
Naturalmente, a sua comunicação com o funcionário em potencial era unidirecional, institucional e muito fria, mas agora a pessoa é representada por um perfil em uma rede social. Sua empresa vai ser comunicar mais socialmente com os candidatos, que, por sua vez, irão responder para outra pessoa, não para um e-mail do departamento de recursos humanos.
Compreender os usuários de redes sociais
Outro fator a considerar é que as redes sociais, especialmente em profissionais como Linkedin ou XING, contam com uma grande quantidade de usuários, e que estes não estão procurando trabalho, mas estão à espera de oportunidades, esperando ser contatados diretamente com uma proposta concreta.
Obter formação para recrutar em redes sociais
O ponto é que o Recrutamento 2.0 implica uma mudança de paradigma e, portanto, uma mudança na maneira de visualizar, gerenciar e executar a atividade. Nem todo gerente de RH é capaz de gerenciar essa atividade, nem todo recrutador é capaz de fazê-la. Certamente, nos próximos anos esta será uma disciplina obrigatória na graduação em recursos humanos. Aqueles que se dedicam ao recrutamento devem começar a se preparar agora mesmo, ou serão rapidamente substituídos por uma nova geração de profissionais 2.0.
Bruno de Souza é estudante de Marketing, CEO do blog Marketing Digital e domLearningpedia e Social Manager no Magoweb. Foi considerado referência nacional no livro “A revolução das mídias sociais”, de André Telles


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Google Instant Pages


Instant Pages



A Google lançou hoje um conjunto de novos serviços e funcionalidades associadas ao seu serviço de pesquisa. Como já tinha feito para facilitar a selecção de critérios de pesquisa, a empresa adiciona agora também à abertura de páginas melhorias que a tornam quase instantânea. Num evento com transmissão online, os responsáveis da Google explicaram que o novo Instant Pages tira partido das tecnologias de pré-renderização e previsão de preferências. Ou seja, enquanto o utilizador está a seleccionar o resultado de pesquisa que mais lhe interessa, o motor de busca vai pré-carregando as páginas que considere de selecção mais provável. Desta forma, quando o utilizador escolhe um resultado, este aparece quase imediatamente.


Durante o evento uma das experiências realizadas por um dos interlocutores da sessão visou a página do The Washington Post. Num browser sem o Instant Pages activo a página demorou 3,2 segundos a carregar os vários elementos que a compõem. No browser com Instant Pages activa o mesmo processo foi imediato.

Veja abaixo o Instant Pages em acção.




E a pesquisa por imagens ...



quarta-feira, 16 de março de 2011

A Internet assume-se como principal fonte de notícias






O inquérito realizado pelo Pew Research Center, durante Dezembro do ano passado, mostra que a internet se aproxima a passos largos da Televisão, como fonte de informação noticiosa.

Embora a Televisão se mantenha como mo meio mais usado para este fim, quer este meio quer os Jornais e a Rádio perdem gradualmente a preferência, dos inquiridos, ao longo do últimos 3 anos. E se em todos os escalões esta tendência é bem visível, no escalão dos 18 aos 29 anos a Internet ultrapassou mesmo a Televisão.

Analisando a preferência segundo o escalão de rendimento, constata-se que quanto maior o rendimento maior a preferência pela Internet.