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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Bruxelas quer duplicar o comércio eletrónico até 2015


A Comissão Europeia (CE) quer duplicar o comércio eletrónico até 2015, tendo hoje apresentado um plano que prevê, entre outras medidas, a facilitação da aquisição, pagamento e expedição de bens através da Internet.    

Segundo dados de Bruxelas, o comércio eletrónico representa atualmente 3,4% das vendas a retalho e menos de três% da economia da União Europeia, considerando o executivo comunitário haver potencial de crescimento.
 
Para tal, a CE planeia desenvolver uma série de iniciativas destinadas a desenvolver o mercado de pagamentos por cartão, Internet ou telefones móveis, assegurando a sua transparência e segurança.
 
Neste âmbito, o executivo comunitário apresentou hoje um Livro Verde e iniciou um processo de consulta pública com resultados agendados para abril.
 
Bruxelas quer ainda tornar mais eficiente e acessível a entrega de produtos na Europa, planeando lançar uma consulta pública sobre o tema, cujos resultados serão apresentados no final do ano.
 
Uma maior transparência por parte dos operadores e uma melhor proteção do consumidor estão também entre os meios através dos quais a CE quer potenciar o comércio eletrónico.
 
Segundo dados de Bruxelas, a economia da Internet cria 2,6 postos de trabalho por cada posto de trabalho "fora de linha" que é suprimido e proporciona aos consumidores uma melhor escolha, nomeadamente nas zonas rurais ou isoladas.
 
 
Os benefícios decorrentes do facto de os preços praticados em linha serem inferiores e a escolha de produtos disponíveis ser mais ampla, estimam-se em 11,7 mil milhões de euros, o que equivale a 0,12% do PIB europeu.

Lusa

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Preferência pelo e-commerce cada vez maior


De acordo com uma recente pesquisa global sobre consumidores da consultora KPMG, 66% dos entrevistados disseram estar dispostos a transformar seus telemóveis/smartphones em “carteira de dinheiro”. Este valor constitui uma evolução relativamente aos 50% de 2008 que afirmaram que não se sentir muito confortáveis com o uso do mobile payment.
Nas regiões analisadas – Europa, Ásia-Pacífico e Américas – as compras online parecem estar a superar consideravelmente as das lojas físicas de retalho relativamente a determinados produtos e serviços. Em relação à compra de CD’s, DVD’s, livros e videojogos, 76% dos consumidores das Américas revelaram-se mais propensos a procurar lojas virtuais em vez de lojas físicas, enquanto região da Ásia-Pacífico esse valor baixa para os 67% e na Europa para os 55%.
Já quanto às viagens, cerca de 70% dos consumidores das Américas e da Ásia-Pacífico admitiram que compram as passagens aéreas e pacotes de viagens online, contra 61% de europeus.
A rápida adopção de smartphones está a ganhar um papel fundamental nas mudanças na experiência do consumidor no universo do retalho, com os dados da KPMG a revelarem que mais de 38% dos consumidores usaram os seus smartphones nas lojas de retalho para aceder a cupões, enquanto 20% utilizaram os aparelhos para efectuar scanners a QR Codes.
Apesar da tendência de adoptar novas tecnologias, bem como a surpreendente disposição dos consumidores em disponibilizar os seus dados pessoais, o estudo da consultora mostrou também que, a barreira mais significativa para os novos modelos digitais ainda é a preocupação relacionada com a segurança e privacidade dos dados. O número de pessoas que se preocupam com esses assuntos cresceu de 75 para 90%.
Dados da KPMG

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O consumidor inteligente

                             

                            dummy
A era digital muda tudo, inclusive o consumidor. Para estar na onda de inovações que corre sobre os negócios, não basta só acompanhar a evolução das tecnologias. É preciso conhecer o consumidor do futuro. E, assim, apresentar-se como a empresa do futuro.
Especialistas brasileiros que voltaram da National Retail Federation 2011 – o maior evento de varejo do mundo, realizado em janeiro - afirmam que a grande tendência é o foco no novo consumidor. Ele interage mais e se informa mais graças às novas tecnologias. Mas não é só isso.
Uma pesquisa do Institute for Business Value da IBM divulgada recentemente afirma que a principal característica do novo consumidor é a inteligência. O estudo ouviu 30.624 consumidores de 13 países diferentes. Entre informações mais específicas sobre região, geração e segmentos do cliente, o estudo aponta algumas tendências gerais do cliente do futuro.  
1. Com as novas tecnologias de informação e comunicação, o consumidor está cada vez mais conectado com a empresa. Ele interage pelo celular ou pela internet. E as próprias lojas tornaram-se centrais de informação. O consumidor tem à sua disposição diversos canais de compra e utiliza esses canais de acordo com sua preferência. Com as novas tecnologias, querem melhorar sua experiência de compra. Para acompanhar, o empreendedor tem que ser multicanal, deixando o consumidor definir como quer interagir.
2. Os clientes estão mais exigentes do que nunca. O que eles mais querem é uma experiência personalizada de consumo. Não querem só comprar, querem ser servidos. E querem que o vendedor os conheça bem. O empreendedor deve estar preparado para customizar sua oferta de acordo com o perfil do cliente. A dica é simples: ouvir. As tradicionais estratégias de introspecção não são mais suficientes. Lembra-se daqueles e-mails que as lojas mandavam dando parabéns para o cliente no mês do seu aniversário? Isso já era. Conhecer é muito mais do que isso. E as novas tecnologias estão aí para ajudar. 
3. Os consumidores estão interconectados, trocando informações com milhões de pessoas em redes sociais. O empreendedor começa a conhecer o cliente aí, nas redes sociais, sabendo quem o consumidor ouve, quem o influencia na hora da compra. E mais: o que dá poder para o consumidor pode ajudar o empresário. A pesquisa da IBM mostra que muitas pessoas estariam dispostas a colaborar com as empresas testando ou divulgando produtos e serviços que atendam suas necessidades. O pulo do gato não é somente estar bem cotado nas redes sociais. É usá-las em seu favor. Marketing para o cliente vira marketing com o cliente. 
4. “Consumidor inteligente” é a definição do cliente do futuro da pesquisa da IBM. Ele sabe o que quer. Sabe obter informações sobre o que quer e sabe escolher os jeitos de comprar o que quer. Onipresente, exigente, poderoso e inteligente, ele quer, enfim, o bê-á-bá do consumo: preços bons, promoções, serviços eficientes, variedade e qualidade.


Fonte: Papo de Empreendedor

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Comportamentos de quem consome produtos e serviços através da Internet.

A Good Magazine lançou um vídeo, apropriando-se da linguagem visual dos infográficos, para descrever alguns comportamentos de quem consome produtos e serviços através da Internet. O vídeo atenta para o impacto das reviews nas decisões desses consumidores, mostrando que a maioria deles confia mais na opinião de outras pessoas do que em publicidade.





domingo, 14 de novembro de 2010

Rede social ajuda donas de casa a venderem sua comida excedente

Divulgação 
Na França, onde foi criada, rede está conquistando os consumidores.
 

Cozinhar para um ou dois sempre foi um desafio, pois a maioria das receitas são projetados para gerar quatro ou mais porções. Com o objetivo de ajudar a minimizar o desperdício, o Super Marmite é uma rede social francesa criada para que as donas de casa vendam os excedentes das refeições que preparam.

Para participar, basta o usuário se cadastrar no site e informar sua localização, quando a refeição estará pronta e qual o preço. Como o serviço é baseado na localização, fica fácil para os consumidores encontrarem as refeições mais próximas. Além disso, o site também tem espaço para que os consumidores façam comentários dos pratos de cada cozinheiro e atribuam notas para o serviço. A empresa já está investindo na criação de aplicativos para iPhone e BlackBerry.
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