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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Os Emirados Árabes Unidos começam a abraçar o empreendedorismo social.


Os Emirados Árabes Unidos começam a abraçar o empreendedorismo social.
A Mubadala, Companhia de investimento e desenvolvimento estratégico, concordou em dar apoio financeiro para uma nova Iniciativa da Sociedade Civil, levada a acabo pela “Emirates Foundation for Philanthropy” - "Together We Give Back to the Community".

Esta Iniciativa da Sociedade Civil destina-se a incentivar os empreendedores sociais dos Emirados a liderarem novos projectos nos campos da educação, desenvolvimento comunitário, sustentabilidade ambiental e consciencialização pública, e conduzirem a participação cívica de forma a enriquecer o tecido da sociedade civil nacional.

Este apoio insere-se no âmbito do acordo de cooperação para apoiar o programa de Desenvolvimento Social da “Emirates Foundation”. Como refere Khaldoon Khalifa Al Mubarak, CEO e Director da Mubadala Development Company, “Estamos muito satisfeitos com esta parceria com a Emirates Foundation para ajudar a desenvolver uma nova geração de empreendedores sociais". "Estas iniciativas irão desempenhar um papel importante no desenvolvimento sustentável do Emirado, permitindo aos cidadãos ajudar as comunidades e famílias em todo os Emirados Árabes Unidos."

Para saber mais sobre o investimento que pretende promover o empreendedorismo social nos Emirados para atender às necessidades pendentes do país, veja:

Financial to support new Civil Society Initiative.

Emirates Foundation


Por: Rosário Chaves

 A minha fotografia

Blogue Empreendedorismo Social



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Bolsa de Valores Sociais celebra um ano de existência



A Bolsa de Valores Sociais, cuja atividade operacional é garantida pela Atitude (Associação pelo Desenvolvimento pelo Apoio Social), é um ponto de encontro entre projetos apresentados por organizações da sociedade civil e potenciais investidores sociais, isto é, pessoas ou empresas interessadas em dar o seu contributo para a viabilização dessas iniciativas de interesse social e público. Ao selecionar e divulgar projetos - candidatados por IPSS, cooperativas, ONGs, etc -, a BVS assume um triplo papel fundamental: o de divulgadora das ações, o de angariadora de fundos para a sua realização e o de garante dos projetos, quer na fase de arranque quer na fase de implementação. Ou seja, garante o interesse e utilidade pública das iniciativas em questão mas também a correta gestão de cada processo, certificando-se, através de aconselhamento e fiscalização, de que todo o dinheiro canalizado para cada uma das ações é utilizado integralmente, e de forma eficaz, para a prossecução dos fins a que se destina.

Ao longo do seu primeiro ano de existência, a BVS atuou em quatro clusters considerados como prioritários: a educação, o emprego, a saúde e a terceira idade. E, segundo garante, todos eles respeitaram um conjunto de requisitos essenciais para terem sido selecionados: a identificação de um problema social relevante, a construção de uma solução para o resolver, a definição dos recursos necessários para essa resposta, um calendário de implementação, partilha transparente da gestão e da utilização das verbas envolvidas e a aceitação de monitorização de todas as etapas do projeto até à sua conclusão. Como objetivo final, a BVS pretende que todos os projetos que seleciona e apoia sejam replicáveis, isto é, que tenham potencial para serem copiados e resolverem problemas semelhantes noutros sítios do país, conceito que faz da BVS uma espécie de laboratório social.


A BVS, que tem a Euronext e as fundação EDP e Gulbenkian como co-fundadores, e que conta com o apoio da Caixa Geral de Depósitos, celebra um ano de existência. É a altura certa para prestar contas públicas sobre os projectos que apoiou e fiscalizou neste período, e para os quais pediu financiamento a empresas e cidadãos, o que fará numa "assembleia de investidores sociais" que decorrerá no próximo dia 15, no museu da Eletricidade, em Lisboa.