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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

E-commarketing Show volta apoiar empresas inovadoras




Organização disponibiliza espaço gratuito a empresas que apresentem projectos inovadores até 30 de Setembro com potencial de mercado

Lisboa, 13 de Setembro de 2011 – E-commarketing Show, exposição profissional de comércio electrónico e publicidade interactiva, volta a apoiar na edição de 2011 a participação na feira de empresas com ideias inovadoras, que impulsionem o comércio electrónico, através da disponibilização de espaço gratuito. O E-commarketing Show decorre no Centro de Congressos de Lisboa, nos dias 13 e 14 de Outubro.


“O objectivo é a promoção do empreendorismo, trazendo novas ideias de negócio para que a inovação seja fomentada de forma a potenciar o comércio electrónico. O e-commarketing Show criou a Área Innovation para dar oportunidade a empresas que sejam inovadoras de se apresentarem ao mercado gratuitamente”, afirma Agustín Torres, Director do e-commarketing Show.

A organização do e-commarketing destinará assim um espaço gratuito na área de stands, àquelas empresas (com menos de dois anos de existência) que apresentem o seu projecto,com soluções inovadoras e de valor acrescentado para o sector do e-commerce, seja através de serviços ou de aplicações tecnológicas, até de 30 de Setembro de 2011. As propostas devem ser enviadas via e-mail para: ecommarketing@fopren.pt.

“O convite para a feira de 2010 foi feito através do concurso de Innovation, os resultados foram espectaculares. Os contactos comerciais ultrapassaram bastante as expectativas”, refere Tiago Franco, CEO da Imaginary Cloud, relativamente à primeira edição do e-commarketing Show.


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

As melhores ideias são verdes

A busca de produtos e serviços sustentáveis está se tornando um poderoso gatilho de inovação corporativa, avisa especialista 

Por Pedro Pereira 
A sustentabilidade é a nova fronteira da inovação. Cada vez mais, as empresas encontrarão oportunidades no desenvolvimento de produtos e serviços que geram não só resultados financeiros, mas também benefícios sociais e ambientais. Essa foi a mensagem deixada pelo indo-americano Hitendra Patel, diretor do Center of Innovation, Excellence and Leadership (IXL Center), da Universidade de Cambridge, durante o evento de premiação das empresas que se destacaram no ranking “Campeãs de Inovação”, realizado na noite desta terça-feira, em Porto Alegre.

patelgreenovate350Durante a palestra “Greenovate”, Patel destacou que muitas companhias ao redor do mundo estão buscando oportunidades de inovação no atendimento de demandas relacionadas à sustentabilidade. Mas fez um alerta: “Vemos muitas empresas tentando parecer verdes, lançando campanhas onde dizem que estão reciclando, quando na verdade estão praticando greenwashing”, disse ele, referindo-se às empresas que lançam campanhas de marketing com grande alarde em torno de pequenos avanços ambientais. “Algumas delas querem diminuir seu lixo, mas não desenvolvem produtos perecíveis ou que possam ser reciclados. Há produtos que duram três ou seis meses”, apontou o pesquisador.

Segundo ele, as empresas estão se tornando globais em países como China e Índia. “No Brasil também. Mas, para se tornar global de fato, o Brasil terá de competir com empresas globais. É necessário jogar a Copa do Mundo, e não mais futebol em nível regional”, comparou. Patel também salientou que as ideias de nada adiantam se não derem o retorno que as empresas esperam. “Se você não gerar lucros, a empresa não vai aceitar sua ideia porque não estará ganhando dinheiro. Se o dinheiro não aparecer, o programa é cortado”, completou.

Patel fez questionamentos sobre hábitos comuns em qualquer país do mundo, como andar de carro e climatizar prédios. “Há lugares em que até sete pessoas utilizam o mesmo telefone celular. Em outros, várias casas usam a mesma tubulação”, relatou.

campeas350Patel afirma, ainda, que alcançar a inovação sustentável é um objetivo viável. Para demonstrar isso, cita o McDonald’s, que nos anos 90 aboliu o uso de isopor em suas embalagens, e o Carrefour, que determinou uma redução de 20% em todas as embalagens de seus produtos. A empresa de fast-food não comprometeu suas vendas e ainda pressionou concorrentes a tomarem medidas semelhantes. Já a rede de supermercados reduziu custos de transporte e otimizou o uso de suas prateleiras.


Após a palestra, as empresas mais inovadoras do sul do país foram agraciadas com o prêmio “Campeãs da Inovação”, desenvolvido pela Revista AMANHÃ em parceria com a consultoria Edusys.

Entre as 50 premiadas, dez se destacaram e ocuparam as primeiras posições no ranking:
1ª – Embraco (SC)
2ª – O Boticário (PR)
3ª – Intecnial (RS)
4ª – Semeato (RS)
5ª – Lactec (PR)
6ª – ALL (PR)
7ª – Altero (RS)
8ª – Grendene (RS)
9ª – Grupo Randon (RS)
10ª – Springer Carrier (RS)


Fonte: Revista Amanhã

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

COTEC: 40 empresas já certificaram sistemas de gestão inovação




Cerca de um ano após o início da certificação em gestão de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI), há quatro dezenas de empresas certificadas em Portugal e este número «só pode crescer», disse à Lusa o diretor geral da COTEC.

«As empresas portuguesas sabem que têm que ser inovadoras. Não há hoje um único discurso sobre estratégia, seja político, seja empresarial, que não valorize as questões da inovação», afirmou Daniel Bessa.

Em declarações à agência Lusa no âmbito da última de nove sessões do «'Roadshow' Boas Práticas de Gestão de Inovação», que decorreu em Lisboa, Bessa destacou que «a inovação não sai de geração espontânea», mas «é preciso trabalho e organização».

Empreendedores em Rede / Lusa

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ideias de Negócio “Ideias em Caixa 2010”



 


Ideias em Caixa 2010 é o mote para a terceira edição do Concurso de Ideias promovido pela Universidade do Algarve (UAlg), através do CRIA – Divisão de Empreendedorismo e Transferência de Tecnologia, com vista a estimular a criação de empresas inovadoras.

A sessão de apresentação do “Ideias em Caixa 2010” realiza-se esta 6ª feira das 17h30 às 19h30, na Escola Superior de Gestão Hotelaria e Turismo, no Campus da Penha.

A iniciativa insere-se no seminário “Criatividade e Empreendedorismo: Como transformar as ideias em novas formas de negócio?” organizado pelo CRIA, no âmbito do evento “Faro Empreendedor”.

O objectivo principal do CICaixa 2010 é promover o empreendedorismo qualificado e a inovação na região do Algarve, apoiando a criação de empresas, especialmente com base no conhecimento produzido na UAlg por alunos, investigadores e professores.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Portugal entre os países europeus com mais empresas inovadoras

 
 
 
De acordo com a sexta edição do " Community Innovation Survey", mais de metade ou 52% das empresas da União Europeia (UE27) são inovadoras. Por outro lado, pelo menos uma empresa, em cada nove, coopera de alguma forma com parceiros intra-UE.
 
A informação do gabinete europeu de estatística refere que, em Portugal, 58% das empresas inovam (percentagem igualada pela Bélgica).
No primeiro lugar da lista surge a Alemanha (80% do tecido empresarial), seguida do Luxemburgo (65%). A Irlanda é quinta, com 57%.
As taxas (de empresariado inovador) mais baixas pertencem à Letónia (24%) e à Polónia (28%).

Quarto lugar, atrás da Alemanha, Luxemburgo e Bélgica

A Alemanha, o Luxemburgo e a Bélgica eram os únicos países da União Europeia com mais empresas com actividade inovadora do que Portugal, entre 2006 e 2008, segundo dados divulgados hoje pelo Eurostat.


Naquele período, Portugal teve 57,8 por cento das suas empresas a declararem práticas de inovação, uma valor significativamente superior aos 52,2 por cento da Finlândia, aos 50,2, da França ou aos 43,5 de Espanha.

A Alemanha apresentava o valor mais elevado, com 79,9 por cento, seguido do Luxemburgo (64,7 por cento) e da Bélgica (58,1 por cento), segundo os dados do Sexto Inquérito da Comunidade à Inovação, conduzido pelo Eurostat em 2008.

No conjunto da EU, 51,6 por cento das empresas tiveram actividade inovadora naquele período. Dentre estas, 34,2 por cento cooperaram com outras empresas ou instituições, quando em Portugal foram apenas 28,4 por cento.

O inquérito abrange foi conduzido junto de um vasto conjunto de sectores, recolhendo informação sobre inovação em produtos e processos, bem como inovação organizacional e de marketing, e sobre “outras variáveis-chave”.

O Eurostat não divulgou dados mais específicos, pelo que não é possível dizer a quais destas componentes se deve a boa posição das empresas portuguesas.