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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

E-commarketing Show volta apoiar empresas inovadoras




Organização disponibiliza espaço gratuito a empresas que apresentem projectos inovadores até 30 de Setembro com potencial de mercado

Lisboa, 13 de Setembro de 2011 – E-commarketing Show, exposição profissional de comércio electrónico e publicidade interactiva, volta a apoiar na edição de 2011 a participação na feira de empresas com ideias inovadoras, que impulsionem o comércio electrónico, através da disponibilização de espaço gratuito. O E-commarketing Show decorre no Centro de Congressos de Lisboa, nos dias 13 e 14 de Outubro.


“O objectivo é a promoção do empreendorismo, trazendo novas ideias de negócio para que a inovação seja fomentada de forma a potenciar o comércio electrónico. O e-commarketing Show criou a Área Innovation para dar oportunidade a empresas que sejam inovadoras de se apresentarem ao mercado gratuitamente”, afirma Agustín Torres, Director do e-commarketing Show.

A organização do e-commarketing destinará assim um espaço gratuito na área de stands, àquelas empresas (com menos de dois anos de existência) que apresentem o seu projecto,com soluções inovadoras e de valor acrescentado para o sector do e-commerce, seja através de serviços ou de aplicações tecnológicas, até de 30 de Setembro de 2011. As propostas devem ser enviadas via e-mail para: ecommarketing@fopren.pt.

“O convite para a feira de 2010 foi feito através do concurso de Innovation, os resultados foram espectaculares. Os contactos comerciais ultrapassaram bastante as expectativas”, refere Tiago Franco, CEO da Imaginary Cloud, relativamente à primeira edição do e-commarketing Show.


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Bruxelas destina €7 mil milhões à investigação e inovação




A Comissão Europeia prevê como retorno a criação de emprego e crescimento na área de investigação e inovação.

A Comissão Europeia anunciou a "injeção" de 7 mil milhões de euros no domínio da investigação e inovação, o maior pacote de financiamento deste tipo jamais atribuído por Bruxelas, que prevê como "retorno" a criação de emprego e crescimento.

Este envelope é concedido no âmbito do sétimo programa-quadro de investigação da UE (7PQ), e a "Comissão Barroso" espera que venha a gerar, a curto prazo, cerca de 174 mil postos de trabalho e, ao longo de 15 anos, quase 450 mil postos de trabalho e 80 mil milhões de euros de crescimento do PIB.

Indicando que os convites à apresentação de propostas (para beneficiar dos financiamentos) serão, na sua maioria, publicados quarta-feira, 20 de julho, o executivo comunitário indica desde já que as universidades, os organismos de investigação e a indústria contam-se entre os mais de 16 000 beneficiários dos financiamentos, sendo que "será prestada particular atenção às PME", que receberão uma dotação próxima dos mil milhões de euros.

O ponto central dos convites à apresentação de propostas é a "integração da investigação na inovação para enfrentar desafios de ordem social e gerar emprego e crescimento sustentáveis", concedendo à Europa a liderança dos principais mercados tecnológicos do futuro.

Aumento significativo do financiamento


"A Europa dá hoje, mais uma vez, provas do seu empenhamento em colocar a investigação e a inovação no topo da agenda política para o crescimento e o emprego. A concorrência existente na UE para obtenção destes financiamentos reunirá os melhores investigadores e inovadores europeus, com o objetivo de enfrentar os maiores desafios da nossa época, nomeadamente nos domínios da energia, da segurança alimentar, das alterações climáticas e do envelhecimento da população", declarou a Comissária da Investigação, Inovação e Ciência.



Máire Geoghegan-Quinn sublinhou que "a Comissão propõe um aumento significativo do financiamento a favor da investigação e da inovação, no âmbito do programa Horizonte 2020, para o período pós-2013", e, com os convites hoje anunciados, pretende mostrar aos contribuintes que está determinada "a rentabilizar o melhor possível cada euro investido".


Fonte: Expresso

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Por que empreendedores são empreendedores

Raciocínios diferentes, como effectuation e causation, motivam empresários a desenvolverem seus negócios

Por Marcos Hashimoto*
Divulgação
edição de outubro da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios trouxe uma entrevista exclusiva com a professora Saras Sarasvathy, da Universidade de Virginia, nos Estados Unidos. A acadêmica mostra brevemente os fundamentos por trás da teoria de effectuation, que ela desenvolveu e que explica por que empreendedores são empreendedores. Entre 13 e 15 de outubro, a professora Sarasvathy esteve no Brasil para abrir a primeira edição do Roundtable on Entrepreneurship Education Brasil, realizado pela Endeavor em Águas de São Pedro. A seguir, descrevo os princípios fundamentais da teoria de effectuation.

Sarasvathy realizou uma ampla pesquisa com 30 fundadores de companhias de tamanhos e de indústrias variadas nos Estados Unidos para tentar entender os processos por trás da resolução de problemas e da transformação de ideias, chegando a princípios baseados numa lógica de racionalidade que ela chamou de raciocínio effectuation.

Segundo sua teoria, as escolas de administração ensinam um raciocínio que ela denominou de causation, no qual primeiro se estabelece um objetivo predeterminado e a busca pela alternativa ótima para alcançá-lo. Essa forma de raciocínio é frequentemente usada no desenvolvimento de estratégias e, no mundo do empreendedorismo, é mais bem traduzida como: “Faça um bom plano de negócios”.

O raciocínio effectuation, porém, não começa com um objetivo estabelecido e permite o aparecimento de metas, contingenciadas por um conjunto de recursos, ao longo do tempo. Esse raciocínio é inerentemente criativo, exige imaginação, espontaneidade, tomada de risco e habilidades de venda.

Vamos considerar como os dois processos funcionam num caso simples. Imagine um empreendedor que quer abrir um restaurante indiano. No processo causation, teríamos uma progressão bem linear: pesquisa de mercado na cidade de sua escolha; seleção de um local; segmentação de mercado; seleção de segmentos-alvo; projeto do restaurante; levantamento de fundos; formação de equipe; implementação de estratégias de mercado específicas e gerenciamento as operações diárias.

No processo effectuation, o empreendedor começa a trazer amostras de sua comida indiana para seus colegas de trabalho. Se eles gostam e começam a pedir mais, ele vai trazendo pratos prontos sob encomenda, e assim acaba conseguindo dinheiro o suficiente para alugar um local e começar um restaurante.

Embora tenha vendas, pode ser que o faturamento não seja suficiente para cobrir as despesas, mas o empreendedor descobre que os clientes estão interessados mais na cultura indiana, sua filosofia étnica e experiências. Ele decide, então, investir em educação, entretenimento, viagens, manufatura e embalagens, vendas, decoração interior ou mesmo autoajuda e motivação, até que o negócio se torna viável e próspero.

Resumindo, no causation há um planejamento e um esforço para atingir um objetivo pré-determinado, enquanto no effectuation se tomam decisões de acordo com as circunstâncias do momento, sem um caminho pré-estabelecido, o que pode levar a resultados inesperados. Embora o causation seja necessário em um negócio que já está estruturado, no início de um novo negócio é o effectuation que impera, pois há pouca informação e alta incerteza, o que faz com que qualquer planejamento seja inócuo.

Para você saber se o seu raciocínio é causation ou effectuation, imagine-se chegando em casa disposto a preparar o jantar. No causation, você primeiro pensa no que quer fazer, depois vai à despensa para ver se existem todos os ingredientes que precisa e, então, vai ao supermercado para comprar o que falta. No effectuation, você primeiro vai à despensa para só então pensar em um cardápio que aproveite o que tem.

Portanto, se você não se julga empreendedor porque não é muito afeito a fazer contas e estratégias, não consegue se sentar para pensar no futuro do seu negócio daqui a alguns anos e não tem idéia de como fazer um plano de negócios, nem sequer vontade de começar, não fique triste. Para compensar, você pode ser uma pessoa cheia de energia e ideias, que não tem medo de trabalhar e muita disposição para por a mão na massa, que consegue se virar bem com pouco dinheiro, se adapta facilmente às situações que surgem e tem espírito aventureiro para aproveitar bem o que destino lhe reserva.

Se você é desse segundo tipo, do raciocínio effectuation, pode ir em frente com sua ideia de negócio, mas saiba que, em algum momento no futuro, você precisará de um sócio ou contratar um administrador para seguir com o crescimento estruturado da empresa, pois o raciocínio causation também é necessário para o empreendedor.

Portanto, empreendedores são “empreendedores” porque eles acreditam num futuro ainda por ser construído, que pode ser moldado substancialmente por suas ações – e que, por isso, não adianta tentar prevê-lo. É muito mais útil entender e trabalhar com as pessoas que estão engajadas nas decisões e ações que criam o futuro.

* Marcos Hashimoto é professor de empreendedorismo do Insper, consultor e palestrante (http://www.marcoshashimoto.com/)


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Where do good ideas come from?

One of our most innovative, popular thinkers takes on-in exhilarating style-one of our key questions: Where do good ideas come from?




sábado, 18 de setembro de 2010

Business Innovation Conference 2010

 
 
 
De 4-6 de Outubro, 2010, realiza-se a 3.ª edição da Business Innovation Conference no Illinois Institute of Technology, Rice Campus em Wheaton, IL (Chicago) . Durante 3 dias haverá a possibilidade de assistir a 4 workshops, 18 apresentações, e 5 keynote speakers de diversas indústrias e áreas. O Chairman da conferência é o Prof. Praveen Gupta, reputado especialista internacional em inovação.