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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Equipa da Web Summit em Lisboa


Equipa da Web Summit andou por Lisboa e diz que a capital portuguesa “é o paraíso das startups”

Uma das maiores conferências mundiais de empreendedorismo muda-se este ano para Lisboa. É só em novembro mas na última semana uma equipa da Web Summit tem estado na capital portuguesa e aparentemente tem adorado.
Ryan Hopkins, um dos 25 engenheiros que aterraram em Lisboa há uma semana para começar a trabalhar na próxima edição do evento, a primeira na capital portuguesa, já explicou online como tem sido a semana e como trabalha a equipa. Por aí ficou a saber-se que o grupo começou por trabalhar em novas ideias, que ao longo do fim de semana foram amadurecidas e preparadas para serem votadas pelo resto da equipa, escolhendo os projetos que ocupariam o resto da semana. No diário de bordo Ryan Hopkins, publicado no blog da Web Summit, explica-se que a grande vantagem de passar uma semana a trabalhar na próxima edição da conferência em Lisboa está na oportunidade de contactar diretamente com outras pessoas e outras ideias, o que não seria possível a partir do quartel general da Web Summit na Irlanda.
Para fomentar este potencial, ao longo da semana foram promovidos dois eventos de interação com a comunidade local de programadores. O último aconteceu esta quinta-feira no Business Center do Aeroporto de Lisboa. Serviu para a equipa de engenharia se apresentar, mostrar qual o seu papel na organização do evento e que tecnologias usa, mas também teve espaço para algumas talks de programadores nacionais. Nos dias anteriores estiveram abertas as inscrições que permitiram garantir um lugar nestas talks de 5 a 10 minutos.
O evento foi animado com pizzas e cerveja, para quem conseguiu um lugar. Não estivemos lá mas já sabemos que não foram todos os que tentaram, porque a sala foi pequena para acolher todos os que responderam à chamada dos engenheiros da Web Summit. Dois dias antes, a mesma equipa já tinha promovido outro evento em estilo mais informal, com o mesmo propósito de conhecer e trocar ideias como a comunidade de programadores nacional. Aconteceu no Hennessy, um pub no Cais do Sodré.
Ao que é possível apurar nas redes sociais a equipa sai de Lisboa impressionada com a cidade. Publicou entretanto no Facebook um vídeo onde mostra o Parque das Nações, com destaque para o Meo Arena, que será o palco principal da edição de 2016 da conferência, que também é uma mostra de tecnologia. Foi recolhido durante um passeio de teleférico de dois membros da equipa.

Mas também há ideias mais concretas sobre a cidade. Andrew Kenny, outro membro da equipa de engenheiros que passou a semana em Lisboa, escreveu no Twitter que a capital portuguesa está a transformar-se numa das suas cidades favoritas. Paddy Cosgrave, presidente executivo da Web Summit, escreveu esta quinta-feira na página de Facebook do evento que "Lisboa é o paraíso das startups: 60 cêntimos por um café, Wi-Fi gratuito em todo o lado, sreet art inspiradora, arrendamento barato e ótimos cafés".

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

WEB SUMMIT 2016 SERÁ EM LISBOA!

O maior evento de empreendedorismo do Mundo vai decorrer em 2016 na cidade de Lisboa.




Para se ter uma ideia do que isto significa, no próximo mês de Novembro em Dublin o Web Summit 2015 terá cerca de 30.000 participantes e é atualmente um dos mais importantes pilares do ecossistema empreendedor global com mais de 90% dos participantes vindos de todo o mundo.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Facebook Messenger passa a permitir chamadas nos telemóveis


Aplicação para smartphones passa a concorrer com os serviços de voz dos operadores. 

O Facebook já permitia chamadas através do chat há algum tempo, mas no Messenger (aplicação para iPhone e Android) essa funcionalidade não estava disponível. Até agora.

Com a nova atualização da app, passa a ser possível fazer chamadas entre utilizadores do Messenger desde que tenha um iPhone ou Android. O Windows Phone ficou fora da atualização.

Para fazer as chamadas é apenas necessário que os intervenientes tenham a aplicação instalada e ligação à Internet.

Esta aplicação junta-se assim ao Skype e ao Viber nos serviços de chamadas gratuitas através da web.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Call for Entrepreneurship - Há financiamento para novas ideias


Empreedorismo

Portugal Ventures abriu no dia 27 de janeiro as candidaturas para financiamento de projetos através de capital de risco.
Já estão abertas as candidaturas para a sexta edição do programa Call for Entrepreneurship, uma iniciativa da Portugal Ventures que permite que projetos inovadores sejam selecionados para receber financiamento através de capital de risco.  

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Empreendedorismo em meio rural


O Secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar, Nuno Brito, reuniu em Viana do Castelo com a Comunidade Intermunicipal do Alto Minho para apresentar um projeto-piloto que vai ser implementado na região. Trata-se de um projeto de empreendedorismo em meio rural que vai agora ser desenvolvido nos próximos seis meses.
O projeto pretende apoiar o empreendedorismo associado a produtos agrícolas e géneros alimentícios; criar circuitos de alimentação e criar produtos e serviços inovadores, tendo como grande objetivo a promoção do emprego de jovens e o aumento da competitividade e a coesão social.
O novo projeto, a implementar já em Fevereiro, visa aumentar o empreendedorismo de base local; estimular a produção agrícola e agro-alimentar; criar valor e promoção da economia local e contribuir para a fixação da população local. Os resultados obtidos com este projeto-piloto serão depois objeto de replicação em todo o país no âmbito do próximo QREN 2014-2020.
A ser desenvolvido durante o ano de 2014 com o apoio da CIM Alto Minho, das escolas de ensino superior do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, da Universidade de Trás os Montes e alto Douro, dos municípios do Alto Minho, em parceria com a Incubo.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Caiu o número de portugueses que vêem o empreendedorismo como positivo


O medo de falhar foi apontado por 83% dos inquiridos em Portugal, acima da média dos 24 países analisados.

Tal como noutros países a braços com problemas financeiros, caiu, em 2013, o número de pessoas em Portugal que vê o empreendedorismo com bons olhos, embora um número relativamente elevado encare a criação do próprio negócio como uma alternativa ao desemprego, aponta um estudo internacional.

De acordo com o relatório global de empreendedorismo da multinacional americana Amway (que se dedica à venda de produtos domésticos, de saúde e beleza), 61% dos inquiridos em Portugal vê o empreendedorismo como algo positivo, menos 6% do que em 2012. Também em Espanha, Grécia e Itália se verificaram quedas semelhantes.

O estudo foi realizado pela consultora alemã GfK, que inquiriu, no segundo trimestre do ano passado, cerca de 26 mil pessoas com mais de 14 anos em 24 países.

Na tabela dos países onde a ideia de empreendedorismo é positiva, Portugal está à frente da Espanha, Alemanha, Áustria, EUA (um país tipicamente visto como favorável à criação de negócios) e Hungria. Já os dinamarqueses são os que mais descrevem o empreendedorismo como positivo.

Porém, em Portugal, a criação do próprio negócio até é vista como alternativa ao desemprego por um número elevado de pessoas, quando comparado com os valores de outros países. Entre os licenciados, 27% dizem que o empreendedorismo pode ser uma alternativa, um valor que sobe para os 32% entre os não licenciados. Acima destes números, só os EUA e a Grécia.

O medo de falhar foi apontado por 83% dos inquiridos em Portugal como a razão que os afasta da criação do próprio negócio. No total dos 24 países analisados, 70% referiram este motivo.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Por que devemos sair da zona de conforto?



“Daqui a vinte anos estará mais desapontado pelas coisas que não fez do que as que foi fazendo, por isso saia da zona de conforto, apanhe as correntes. Explore, sonhe e descubra”. Mark Twain

Corra riscos. Não espere sempre por uma garantia. Não temos de ouvir: "Eu não disse?". Depois de um erro, sacuda o pó e caminhe para o sucesso.

A razão é que, como seres humanos, acredito que procuramos maneiras de nos refinar e melhorar. Temos, dentro de nós, a capacidade e o desejo poderoso de melhorar nosso protótipo. E só podemos fazer isso nos esforçando e testando.

Experimente. Tente algo novo. Dê mais um passo. Temos estado presos há muito tempo. Temos nos segurado há muito tempo.

Quando crianças, muitos de nós foram reprimidos do direito de experimentar. Como adultos não é diferente; continuamos nos privando deste direito.

Agora, é hora de experimentar. Permita-se provar coisas novas. Deixe-se tentar por algo novo. Sim, você cometerá erros, mas a partir desses erros você conhecerá quais são seus valores.

Algumas coisas não apreciaremos. Isso é bom, pois saberemos um pouco mais sobre quem somos e o que não gostamos.

Outras coisas nós apreciaremos. Elas funcionarão com nossos valores, com quem somos e contribuirão com a descoberta de coisas importantes e enriquecedoras para nossa vida.


Quem leva uma vida segura e previsível nunca saberá que pessoa extraordinária realmente é. Torne desafiadoras as circunstâncias de sua vida para que sua grandeza possa subir à superfície.


"De vez em quando é preciso subir num galho perigoso, porque é lá que estão as frutas melhores" Will Rogers

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Marque o seu Negócio, empreendedorismo, marcas, propriedade intelectual



A Universidade do Algarve e a Câmara Municipal de Faro organizam, dia 5 de fevereiro, o seminário: “Marque o seu Negócio, empreendedorismo, marcas, propriedade intelectual”, pelas 9h15, no auditório da CCDR Algarve, com a participação de especialistas no registo de marcas e patentes.

Na parte da tarde decorrerão reuniões individuais com as empresas interessadas em aprofundar qualquer situação mais particular com a Clark & Modet. 

Esta iniciativa realiza-se no âmbito do projeto Algarve 2015, Empreender e Inovar +, um projeto financiado pelo PO Algarve 21, cujos principais objetivos centram-se na criação de consórcios entre empresa e universidade, promoção da iniciativa empresarial e dinamização de um ecossistema de inovação na região do Algarve.

A inscrição é gratuita e deverá ser efetuada aqui

Consulte o programa, participe e veja como salvaguardar os seus interesses empresariais. 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Criada rolha com "chip" que revela o histórico do vinho


A Universidade de Aveiro está a desenvolver uma rolha de cortiça que integra um "chip", capaz de dar informações completas sobre o vinho, como a data em que foi produzido e engarrafado e mesmo as temperaturas a que esteve sujeito. 

O invento, ainda em fase de protótipo, poderá vir a ser útil para os consumidores mais exigentes, que a partir do seu "smartphone" vão poder, num futuro próximo, saber as condições a que esteve sujeita a garrafa que compram.
Desde logo serve de travão à falsificação de rótulos, pelo que poderá interessar aos próprios produtores, mas também aos restaurantes que, assim, se certificam de que as garrafas armazenadas que servem a um cliente estão em perfeitas condições e com os níveis de qualidade que ele espera.
A convicção é de Ricardo Gonçalves, que está a fazer o doutoramento em Engenharia Eletrónica no Instituto de Telecomunicações da Universidade de Aveiro e que, com Roberto Magueta, tem em mãos esse projeto de investigação, sob orientação do professor Nuno Borges.
O protótipo atual tem um custo de um euro, valor que pode ser largamente reduzido se vier a ser produzido em série, mas está ainda a ser aperfeiçoado, apesar de resultar de muito trabalho de investigação.
" A primeira fase foi a mais complexa, que consistiu na caracterização eletromagnética da cortiça, o que depois permitiu criar em computador modelos de simulação e depois fazer o desenho das antenas, estudando as propriedades de radiação e adaptá-las para os chips RFID. Um dos primeiros protótipos que desenvolvemos foi uma antena numa placa de cortiça", descreve.
O desafio seguinte foi diminuir o tamanho, tendo em conta o objetivo de ser utilizado em garrafas, conseguindo-a embutir numa rolha, mas ainda de alguma dimensão.
No protótipo mais recente, o chip, com uma pequena antena, é aplicado numa rolha "perfeitamente banal, que consegue ser colocada em praticamente qualquer garrafa de vinho ou de champanhe", mas suficiente para permitir ao leitor obter os dados aproximando-o da garrafa.
"Neste caso, o chip tem uma distância de cobertura curta, um constrangimento da redução do tamanho da antena. Tendo em conta a aplicação que se pretende, de identificação das garrafas, a distância de leitura é relativamente próxima, sendo um compromisso que se pode assumir", explica Ricardo Gonçalves.
O passo a seguir é integrar sensores que poderão dar mais informações sobre o estado das bebidas: "o que estamos a tentar fazer é integrar um sensor de temperatura com este leitor, para ter acesso à leitura da temperatura a que a bebida tem sido sujeita ao longo do seu percurso e, eventualmente, de humidade se conseguirmos resolver o problema da energia".
Para já, é preciso um leitor RFID para extrair os dados, que comunica por "Bluetooth" ou cabo USB a um computador, ou a um smartphone.
A perspetiva é que, dentro de algum tempo, com a integração de tecnologias "Near Fill Comunications" (NFC) nos smartphones, eles possam ler as informações da rolha da garrafa, sem necessidade de equipamento externo.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

A Vida Portuguesa


A agência noticiosa EFE definiu as mais especiais "concept stores" de Lisboa. Espaços comerciais que não se limitam à transacção "entrar-comprar-sair, mas se desfrutam e conseguem que o usuário se sinta especial". Lojas que oferecem uma experiência acrescida aos seus visitantes. Como A Vida Portuguesa.

"Em Lisboa, o conceito da loja A Vida Portuguesa é seduzir a sua clientela com a "identidade" dos produtos tradicionais do país. A sua criadora, Catarina Portas, interessou-se pelas marcas portuguesas "de toda a vida", que mantiveram ou se inspiraram em embalagens antigos e que não se encontravam à venda em qualquer grande superfície. Era importante que fossem pequenas empresas que "contassem uma história e tivessem experiência", disse Portas à agência EFE.

Da venda destes produtos em cabazes, em 2007 passou à procura no bairro lisboeta do Chiado de um espaço que também representasse sua filosofia e encontrou-o num antigo armazém, abandonado desde os anos oitenta, e no qual praticamente não tocou.

"Uma das principais diferenças em relação a um centro comercial é o espaço e a forma como se conserva. Mantive a distribuição e o traço antigo e histórico, porque queria provar que é possível não ter de destruir para ter uma loja de êxito hoje em dia", explica a jornalista sobre o espaço (outro valor que serve como diferenciador para as "concept stores").

A loja de Catarina Portas não é frequentada só por clientes idosos a comprar produtos que desapareceram nos pequenos comércios de bairro, mas também por estudantes de belas artes e estrangeiros, por exemplo. Uma confirmação que "não se vende só por melancolia de quem já conhecia os artigos, mas por representar uma identidade diferente".

"Não é só a moda do 'vintage', mas a diferença que se encontra entre os produtos locais, um equilíbrio fundamental para o mundo global em que vivemos", diz a empreendedora. Apesar de não vender conhecidas marcas internacionais, Portas considera que os seus produtos também são de luxo. "Hoje em dia, acho que ter um bolso de linho bordado à mão é um luxo pelo trabalho e a história que lhe precede".

Através do êxito de suas lojas, uma na capital (que faturou um milhão de euros no ano passado) e outra no Porto, relançou por exemplo as "Andorinhas" Bordalo Pinheiro, um dos seus produtos mais procurados. Vendem cerca de 10.000 unidades por ano, "de um produto que a fábrica quase não vendia".

"Fizemos um trabalho que repercutiu em sua venda, mas sobretudo no seu posicionamento e na sua valorização", opina a dona de uma loja cujo conceito "de identidade, mas não de nostalgia" foi reproduzido ao longo do país, em estabelecimentos "gourmet" ou de artigos para turistas.
No entanto, estas imitações não a preocupam porque ajudam a cumprir o objectivo a que se propôs: que os cobertores da região do Alentejo, as ovelhas de lã da Serra de Montemuro ou os produtos de folha-de-flandres (usada na latoaria) do norte do país, não desapareçam.

http://www.efe.com/efe/noticias/portugal/portugal/concept-stores-quando-compras-uma-experiencia/6/60016/1961289

Fotografia © Augusto Brázio

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Horta, uma agência de criatividade

Empreendedorismo: esta Horta é uma agência de criatividade

Conheça a frescura de um negócio criado por três jovens amigos, que quiseram «plantar» o seu próprio destino profissional.

Três amigos, três áreas profissionais. A mesma empreendedorismo-mania. Quiseram plantar o seu próprio destino e criaram a Horta, uma agência de criatividade ligada à comunicação, marketing, design «e outras hortaliças».

Estão em Aveiro, um mercado que, tinham a certeza, «podia ser explorado», pela análise que fizeram da concorrência. 

Diana da Silva Antão, 25 anos, tirou o curso de jornalismo e estava desempregada. João Costa, do marketing, ainda está a estudar, mas já trabalhou. Hugo Magalhães, designer, está a frequentar o mestrado, em Barcelona.

Já tinham alguns clientes. O próximo passo foi registar a empresa e abrir uma loja. Capital inicial: 4.000 €. As obras estão praticamente concluídas. 

Olho para o negócio: poucos encargos

Têm um acordo de parceria que lhes permite não pagar renda. «O dono da loja tem um negócio de turismo rural e tinha interesse em promovê-lo. Nós tínhamos interesse na loja. Prestamos-lhe serviços no valor da renda».

Têm a noção de que, na fase inicial de qualquer negócio, «quanto menos riscos, melhor». Esta parceria reduziu o risco de investimento e não os compromete com um contrato de longa duração. 

Depois, tanto a decoração da loja como o equipamento «ou veio de casa, ou é reciclado». O nome, Horta, espelha bem este conceito: «O primeiro nome começou por ser Lavoura. Puxar pelo regresso à terra. Quando arranjamos produtos da horta, com maior qualidade, podemos controlar o processo, e de forma possivelmente mais barata», explicou Diana

Ora era precisamente essa a ideia destes três jovens. «Criar produtos com qualidade, mais acessíveis em termos de preço. Uma relação próxima com o cliente. E com frescura».

Querem ser «mais ousados no tipo de comunicação e design em comparação com o que há em Aveiro», acrescenta João. 

O balanço é positivo. Já tinham clientes de antes e acabaram de fechar quatro trabalhos. «Já estão prontos e vamos continuar a colaborar com essas empresas». 

A Horta está a crescer 

Diana mudou de vida e não se arrepende. «Emprego em jornalismo? O que é que sobra? Despedimentos? Ou sais da tua área, ou emigras, ou crias um negócio próprio e ajudas os outros». 

A Horta já está a ajudar. «Temos já um vasto número de clientes. Sentimos que já não temos muitas mãos a medir. Já temos de contratar outras pessoas para nos ajudar». São jovens, criaram o seu próprio emprego e já estão a criar outros. Inicialmente eram três, agora já são seis. 

Como o meio onde trabalham é pequeno, quiseram tirar proveito disso. «O escritório funciona quase como uma loja, tem bastante exposição, está bem no centro da cidade, chama a atenção. É bastante aberto e convidativo. É importante que as pessoas possam ver-nos a produzir e trabalhar. Isso cria proximidade».

Estão ali, no meio do comércio tradicional, que «precisa urgentemente de ajuda» para sobreviver. E esta agência de criatividade acredita que pode ajudá-los. Em Aveiro, existem «parcerias inter-ajudas entre empresários. Há estabelecimentos comerciais que precisam de renovar a sua comunicação e outros podem refrescar o seu negócio». É mais fácil que o boca-a-boca seja um meio de divulgação e de referência entre clientes que os contactam.

«Dizem que esta é uma péssima altura para investir. Nós sentimos que era melhor altura. Quisemos arriscar. Já temos tão pouco a perder. Não há melhor do que ver satisfação dos clientes no final da entrega do trabalho». E, no fim de contas, gerir o próprio negócio «dá outra adrenalina».

Já têm um trabalho para fora, Coimbra. Ambicionam ir mais longe. «O negócio é claramente para gerar lucro, mas, enquanto jovens, se é verdade que podíamos estar a estagiar, criámos o nosso próprio negócio e temos um posicionamento individual muito superior aos concorrentes da nossa idade. Ser empreendedor é uma mais-valia». Disso, não têm dúvidas.

Fonte:TVI24
Movimento Novos Rurais 
Pessoas mais livres, plenas e felizes!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Concurso InovPortugal


Para este concurso todas as ideias são válidas, independentemente da fase de desenvolvimento em que se encontrem, por isso, podem concorrer a este concurso pessoas com uma ideia empreendedora; pessoas com uma ideia e o respectivo plano de negócio; e pessoas sem uma ideia/projecto empreendedor, mas que gostavam de se juntar a uma equipa existente. A idade ou área de formação não são importantes. 

O objetivo final é a criação de negócios inovadores com potencial de internacionalização independentemente da área em que actuam. Cada candidato pode submeter até 3 ideias ou projectos.

Após a fase de inscrições a Associação Acredita Portugal dá acesso, de forma gratuita, a um Curso de Empreendedorismo online, o DreamFactory, que ajuda a estruturar ideias em planos de negócio.
No final, os projetos vencedores terão uma ajuda financeira que pode ir até 150 mil euros. 
Faça aqui a sua candidatura
Consulte o calendário do Concurso

terça-feira, 30 de outubro de 2012

PO Algarve 21 lança novos concursos para empresas algarvias




Com o objetivo de promover o investimento empresarial, o PO Algarve 21 disponibiliza um novo pacote de financiamento no montante de 15.850 mil Euros FEDER, que se insere no âmbito do Sistema de Incentivos do QREN.

Para simplificar o processo de decisão e introduzir um maior planeamento no acesso aos apoios disponíveis às PME, a receção de candidaturas será feita de forma continua até final do QREN. Desta forma, no âmbito destes Avisos, é estabelecido um plano por fases para apresentação e decisão de candidaturas.

Destaca-se que no âmbito do Sistema de Incentivos (SI) da Inovação os apoios ao setor do turismo devem ter um elevado perfil diferenciador e de qualificação da oferta turística existente no território, de acordo com as prioridades definidas para este setor no Algarve, nomeadamente através da criação ou requalificação de estabelecimentos hoteleiros de 4 ou 5 estrelas, entre outros.

No SI I&DT podem candidatar-se projetos promovidos por empresas individualmente ou em parceria (empresas e entidades do SCT- Sistema Cientifico e Tecnológico), conducentes à criação de novos produtos, processos ou sistemas ou à introdução de melhorias significativas nos mesmos.

Também se encontram-se abertas candidaturas ao SI QPME para apoio a investimentos empresariais que reforcem a capacidade das empresas para assegurar ganhos mais rápidos em termos de uma maior orientação do produto interno para a procura externa, aposta na internacionalização. Neste SI também cabe destacar os projetos simplificados (Vales) a que se podem candidatar empresas que, junto de entidades qualificadas, requisitem a aquisição de serviços de consultoria de apoio à inovação e ao empreendedorismo.

A lista completa dos concursos abertos encontra-se disponível na página web do PO Algarve21 (avisos disponíveis aqui)

Para mais informação contatar através do telefone 289.895200 (Sistemas de Incentivos) ou através do endereço poalgarve21@ccdr-alg.pt.


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Portugal Capital Ventures


«Em Portugal os empreendedores ainda enfrentam alguns desafios»


A Fábrica de Startups abriu portas em Abril deste ano para fomentar o empreendedorismo e ajudar à constituição de empresas inovadoras em Portugal. Até agora cerca de 400 empreendedores foram apoiados por esta empresa e Karina Costa, directora de operações da “fábrica” promete não ficar por aí.

Fazem parte da rede de ignição da Portugal Ventures. Qual o perfil e quais as necessidades dos empreendedores que vos têm procurado?
Fazemos sim, somos um dos parceiros da Portugal Capital Ventures. Lançámos um programa denominado Fast Call para as Startups que se encontram na fase de investimento e queiram concorrer à Call da Portugal Capital Ventures através da Fábrica de Startups. Nesse programa apoiamos a candidatura com revisão do modelo de negócio, preparação para o investment pitch e aconselhamento legal e financeiro para questões relacionadas com o investimento.

O que pode fazer a vossa empresa por uma pessoa com uma ideia ou um empreendedor?
O empreendedor é que pode fazer por si mesmo! A Fábrica de Startups é um criador de empresas (business builder) que facilita a criação de equipas, sugere na grande maioria dos casos, a ideia de negócio (visão), e fornece todas as ferramentas para que essa ideia seja testada. O processo começa no desencolvimento do modelo de negócio, teste e validação de todas as suas componentes até que se atinja tracção (evidência de receitas), mesmo que o produto ainda não esteja finalizado e ainda exista apenas um protótipo. Apenas quando temos a certeza que esse protótipo e a ideia de negócio conseguiu provar conceito, avançamos para o investimento de capital de risco para depois criar a empresa, desenvolver o produto final e internacionalizar rapidamente.

Acha que estão criadas as condições em Portugal para surgirem cada vez mais empresas inovadoras em Portugal ou são necessários outro tipo de apoios?
Sim, em Portugal os empreendedores ainda enfrentam alguns desafios que poderiam ser ultrapassados (tais como a possibilidade de diferimento de impostos para startups. Suspensão de subsídio de desemprego para empreendedores ou outras questões) contudo penso que Portugal está à frente de muitos países (mesmo europeus) que exigem muitas condicionantes para a abertura de uma empresa, algo que acontece num período longo que pode chegar a 6 meses em alguns casos. Portugal também tem um custo de capital humano bastante acessível (em comparação com EUA, Reino Unido ou Alemanha)  na área de Engenharia Informática e mesmo Gestão, que fazem com que este seja um lugar atractivo para os Portugueses (ou estrangeiros) criarem empresas.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ser Empreendedor...


Ser Empreendedor...

Atualmente, ter atitude empreendedora é fundamental. Não podemos ficar parados. Precisamos tentar, testar, praticar, executar. Só assim é possível superar as atitudes medianas e moderadas ao reproduzir as mesmas coisas. Toda conquista tem uma pessoa empreendedora por trás que se arriscaram ao fazer perguntas e a buscar respostas e caminhos que outros não seguiram. Isso é ser empreendedor. É fazer diferente.

Ser empreendedor não é apenas ter coragem e talento para abrir um negócio próprio. Empreender é praticar, tentar, pôr em execução, isto é, trata-se de uma ação sem objeto previamente definido.

João Monge Ferreira
Empreendedores em Rede

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Green Projects Awards Portugal


Prolongadas até dia 15 de junho as candidaturas ao Green Projects Awards Portugal.

Os interessados em participar devem submeter a candidatura a uma das categorias a concurso: Agricultura, Mar e Turismo; Gestão – Eficiência e Recursos; Information Technology; Investigação e Desenvolvimento; Produto ou Serviço; Campanha de Mobilização e Prémio especial para a melhor obra original na área do ambiente. 

Para mais informações sobre os prémios, consulte o site do GPA Portugal :http://www.greenprojectawards.pt/

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Crowdfunding – financiamento colaborativo


Financie a sua ideia com a ajuda das redes sociais

Crowdfunding  é um termo  inglês que traduzido para português poderá significar  “financiamento colectivo” ou “financiamento colaborativo”. É uma forma simples e recente de angariação de financiamento para um projeto através de uma comunidade que partilha os mesmos interesses.
No atual cenário de crise o crédito escasseia ou, simplesmente, é demasiado caro. O crowdfunding pode ser a alternativa de que precisava para financiar o lançamento do seu próprio negócio, para concretizar , um sonho há muito adiado ou, até,  promover uma ideia.

Crowdfunding
Se tiver uma ideia  ponha-a em prática. 

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Dia da Europa, dia de Bolsa do Empreendedorismo


O lema é «ponha a sua ideia a render». Ali encontra aconselhamento gratuito sobre como criar ou expandir um negócio

Celebra-se esta quarta-feira o Dia da Europa e, ao mesmo tempo, tem lugar, em Lisboa, a Bolsa do Empreendedorismo.

«É a primeira vez que ao celebrar o Dia da Europa em Portugal se realiza uma Bolsa do Empreendedorismo, tendo como principais preocupações a recuperação da economia e a criação do emprego», disse à agência Lusa o responsável de comunicação da Representação Permanente da Comissão Europeia em Lisboa, Artur Furtado.

«Ponha a sua ideia a render»

O evento decorre no Pátio da Galé, no Terreiro do Paço, sob a designação «Ponha a sua ideia a render».

A Bolsa do Empreendedorismo é uma plataforma de encontro, onde quem quer criar ou expandir o seu negócio pode ter aconselhamento gratuito e, num mesmo espaço, contactar mais de 30 entidades responsáveis por diversos áreas, desde a proteção da propriedade industrial, até à incubação de empresas, capital de risco, recursos humanos e financiamento público e privado.

Neste espaço está disponível uma «loja do cidadão empreendedor», com gabinetes de apoio aos potenciais investidores, baseada num «modelo inovador» e que tem como objetivo fazer «algo muito mais ligado» às preocupações de quem quer investir.

O responsável considerou que, em Portugal, além das medidas de consolidação orçamental, é fundamental apoiar e fomentar «uma atitude proativa» que se foque no relançamento da economia, na criação de valor e de emprego.

No âmbito desta iniciativa, decorre ainda uma sessão plenária na qual os potenciais empreendedores vão ter «oportunidade» de ouvir e conhecer as experiências de gestores de topo, como António Portela, da Bial, Alexandre Pinto, da iCLio, Fernando Oliveira, da Sumol+Compal, e Micaela Larisch, da Micaela Larisch Design.

Os responsáveis máximos por três dos mais importantes sistemas de incentivos à atividade económica em Portugal - o Programa Operacional Fatores de Competitividade, o Programa Operacional Potencial Humano e programa FINICIA do IAPMEI - Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e ao Investimento - estarão igualmente presentes na Bolsa do Empreendedorismo.

Também estão previstas sessões paralelas (workshops) nas quais os empreendedores vão poder trocar opiniões com especialistas, sobre vários aspetos: desde como desenvolver uma ideia até à preparação de parcerias.

Hoje, na sessão de abertura, estarão presentes os secretários de Estado Adjunto da Economia e do Desenvolvimento Regional, António de Almeida Henriques, e do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, Carlos Oliveira.

Esta é uma iniciativa da Representação Permanente da Comissão Europeia em Portugal, em conjunto com o Gabinete de Informação do Parlamento Europeu, e com os ministérios da Economia e do Emprego e dos Negócios Estrangeiros, e enquadra-se também na Semana do Empreendedorismo da Câmara Municipal de Lisboa.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Programas de apoio às empresas no valor de 190 milhões de euros


O secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, Carlos Oliveira, anunciou que o Governo vai lançar, esta segunda-feira, os programas do QREN para apoio às empresas, com linhas de financiamento de 190 milhões de euros.

Segundo o secretário de Estado, estão previstos vários tipos de apoio desenvolvidos no contexto do Programa Estratégico para o Empreendedorismo e para a Inovação que o Governo está a promover.
Carlos Oliveira indicou que as empresas vão poder, nomeadamente, contar com mais apoios na participação em eventos internacionais. "Num momento em que as exportações são a chave da competitividade e da retoma da nossa economia, este será um apoio importante para as empresas", afirmou, sábado, em Paços de Ferreira, na abertura da 38ª edição da Capital do Móvel.

Revelou que serão disponibilizados incentivos para o aumento da produção nacional e para o empreendedorismo qualificado ou de base local, com o objetivo de apoiar empresas recentes.

Também estará disponível um novo incentivo que permite a candidatura de empresas a um programa europeu de investigação e inovação. "É uma oportunidade para as empresas participarem em redes internacionais", sublinhou o secretário de Estado.
Segundo Carlos Oliveira, desde setembro, mais de 7200 empresas já aderiram ao prolongamento da linha PME Invest lançado pelo Governo, que permite às empresas, durante 12 meses, apenas pagarem juros do financiamento que obtiveram. Assim, durante os 12 meses, as empresas deixarão de ter de pagar cerca de 300 milhões de euros de capital, acrescentou.

Respondendo à preocupação que ouviu dos empresários locais, sobretudo no que tem a ver com as dificuldades de financiamento, revelou que o Governo está a trabalhar com o Banco de Portugal e com a banca "no sentido de encontrar novos mecanismos para ajudar as empresas".

Carlos Oliveira insistiu que "o Governo está concentrado na criação de um contexto mais favorável, de menores barreiras aos negócios e à capacidade da criação de emprego".

Por isso, disse, estão em curso várias reformas estruturais para "baixarem o fardo de custos de contexto, para que as empresas possam operar e serem mais competitivas".

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Empreendedores em Rede




Empreendedor:


Cabe-te a ti entrar nos sapatos dos outros, ver o que eles vêem, sentir os medos que eles sentem, as alegrias, as expectativas, a ansiedade e os sonhos. Depois recriares-te para tomares a forma das suas necessidades e proporcionares uma solução.


Empreendedores em Rede 
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