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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Concurso InovPortugal


Para este concurso todas as ideias são válidas, independentemente da fase de desenvolvimento em que se encontrem, por isso, podem concorrer a este concurso pessoas com uma ideia empreendedora; pessoas com uma ideia e o respectivo plano de negócio; e pessoas sem uma ideia/projecto empreendedor, mas que gostavam de se juntar a uma equipa existente. A idade ou área de formação não são importantes. 

O objetivo final é a criação de negócios inovadores com potencial de internacionalização independentemente da área em que actuam. Cada candidato pode submeter até 3 ideias ou projectos.

Após a fase de inscrições a Associação Acredita Portugal dá acesso, de forma gratuita, a um Curso de Empreendedorismo online, o DreamFactory, que ajuda a estruturar ideias em planos de negócio.
No final, os projetos vencedores terão uma ajuda financeira que pode ir até 150 mil euros. 
Faça aqui a sua candidatura
Consulte o calendário do Concurso

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Ferramenta estrutura e apresenta projetos de empreendedorismo





A Associação Acredita Portugal, associação jovem sem fins lucrativos, desenvolveu um protótipo de ferramenta online para ajudar a estruturar e apresentar projetos de empreendedorismo (social e comercial).



A ferramenta foi testada em diversos pilotos: a 1ª e 2ª Edição do Concurso Realize o Seu Sonho e em cadeiras de empreendedorismo da Universidade Católica e do Instituto Superior Técnico (cerca de 3671 utilizadores).

A metodologia da DreamFactory assenta em quatro pilares: estruturação da ideia num conceito de negócio, teste de viabilidade do projeto, quantificação de custos e receitas e definição do plano de implementação do projeto. A atratividade e sucesso da DreamFactory explica-se pela experiência de utilização que passa por exercícios de complexidade gradual crescente, assentes nas respostas a perguntas prévias, pelo recurso a vídeos explicativos assim como exemplos de vários tipos de empreendedorismo.
 
Por último, a inovação tecnológica da DreamFactory passa pela integração de front-end online, com gráficos, Excel e PowerPoint que permite à ferramenta gerar apresentações Power Point automáticas assim como projecções de demonstrações de resultados.


Fonte: Associação Acredita Portugal

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Como estimar os gastos iniciais da sua startup?


Shutterstock
O relato é comum a muitos empreendedores: um cálculo inicial mostra quanto será necessário para começar um negócio. O dinheiro vem de economias, familiares e amigos. O empreendimento começa e, meses depois, o caixa já está no vermelho. Um motivo muito provável: a projeção da necessidade de capital de giro e de investimento inicial estava errada.
Calcular o aporte para começar uma empresa não é tarefa fácil – e é uma etapa crucial para economizar em analgésico depois. Pensando nisso, o colunista da Entrepreneur Tim Berry indicou três passos que podem ajudar o empreendedor a fazer um planejamento mais estruturado dos custos da sua startup. Confira.
Liste os gastos com ativos. Enumere todos os equipamentos e móveis de que seu negócio vai precisar no longo prazo. Se você vai abrir uma loja, precisará de prateleiras, mesas, caixas registadoras. Se é uma empresa de design, terá de comprar computadores e impressoras. Estoque e matéria-prima também entram nessa conta. Todos esses itens compõem o seu ativo inicial. Para cada elemento nessa lista, faça uma estimativa dos custos. Caso seja necessário, pesquise preços.
Liste as despesas em geral. Nem todos os gastos serão com ativos. Para abrir uma empresa, haverá a necessidade de pagar contadores e advogados. Também será preciso contratar um webdesigner, arrumar o escritório e pagar os primeiros salários e os benefícios dos empregados. Aluguel, água, luz, telefone e internet também devem ser contabilizados. Faça uma estimativa das despesas por mês.
Determine o valor necessário para começar. Essa é a peça final no quebra-cabeça. É preciso saber quanto dinheiro você precisará ter no banco nos primeiros meses de funcionamento da empresa, enquanto a startup está se estabelecendo e não gera receita suficiente para cobrir todas as despesas. Uma maneira de saber esse valor é estimar as vendas nos 12 primeiros meses, o custo dessas vendas e as demais despesas. Subtraia os gastos dessa receita projetada em cada mês e veja se faltará dinheiro no caixa. Com esse mesmo planejamento, você poderá calcular quando irá atingir o ponto de equilíbrio.
 Via: Mariana Iwakura 

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Portivity - Porto Criativo

O Portivity é uma competição multimédia, que visa premiar as melhores curtas-metragens sobre o Porto Criativo. Lançando o repto às comunidades ligadas à produção audiovisual e às artes digitais, a ANJE -- Associação Nacional de Jovens Empresários pretende, através deste concurso, reconhecer "short filmes", que representem a dinâmica das Indústrias Criativas no Norte do país, e no Porto em particular. Moda, Cidade (pessoas) e Arquitectura (lugares) são as principais categorias da competição que aceita candidaturas até 10 de Outubro de 2011. Os vídeos devem ser a expressão de uma cidade repleta de projectos e espaços onde a arte, o design, a tecnologia e o negócio se fundem de um modo inovador. 


Mais informações em www.anje.pt/portivity


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Netbolsa ganha sistema de “crowdfunding”
















A NetBolsa disponibiliza agora a todos os seus membros, um sistema de “crowdfunding”: ferramenta desenvolvida para facilitar a obtenção de financiamento, a partir do contributo de múltiplos investidores. A organização quer aproveitar o potencial constituído pelo conjunto de mais de 2000 investidores registados na rede.

A Markup, a empresa que desenvolveu a rede e o sistema de “crowdfunding”, será responsável pela gestão do sistema de financiamento colaborativo. Além  de facilitar o encontro entre quem procura capital e quem o detém, fará também a promoção  dos projectos junto da imprensa e das redes sociais.

As contribuições  podem ser feitas em qualquer montante em euros, e apenas os projectos financiados a 100%
no prazo previsto terão viabilidade, explica um comunicado. A Markup encarregar-se-á de fazer essa gestão.

De acordo com a Netbolsa, para utilizar o sistema de “crowdfunding” na NetBolsa, o promotor terá que estar
registado na rede e ter adicionado e configurado a aplicação de “Angariação de Fundos”.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Crowdsourcing e a inovação participativa



Uma galeria de arte de rua virtual em que os curadores são os internautas, um carro conceito criado por apaixonados por automóveis e uma loja de camisetas em que os consumidores compram as próprias criações. Estes são exemplos do poder da colaboração na realização de projetos.
Os cases, apresentados na 1º Conferência de Crowdsourcing, cocriação e comunidades, que aconteceu em São Paulo no final de agosto, mostraram que a troca de conhecimento e a inovação aberta são capazes de redefinir os conceitos de trabalho, conexão e cooperação.
Durante todo o evento, especialistas e profissionais do Brasil e exterior apresentaram o crowdsourcing como um novo modelo de fazer negócios: “Nunca se precisou tanto conectar sabedorias”, destacou Reinaldo Pamponet, fundador da Itsnoon.net.
Além dele, nomes como Bastian Unterberg, da Jovoto, Romeo Busarello, da Tecnisa, Diego Reeberg, da Catarse, Mario Teza, da Campus Party Brasil, e Fernando Consenza, da Boa Vista Serviços, discutiram a importância da colaboração no processo de inovação e quais as competências necessárias para atuar neste mundo cada vez mais conectado.
Destaco a seguir algumas falas interessantes que repercutiram no evento e podem ser úteis para repensar nosso papel na era da informação compartilhada:
“Um grupo de pessoas é mais inteligente que o mais inteligente do grupo”
Lukas Biewald, Crowdflower

“A atmosfera colaborativa é contagiante”
Bastian Unterberg, Jovoto

“A sabedoria das massas desafia o conhecimento dos sábios”
Romeo Busarello, Tecnisa

O crowdfunding é capaz de empoderar grupos para realizar projetos”
Catarse

“A colaboração é baseada na confiança”
Fabio Seixas, Camiseteria

“Crowdsourcing abre a possibilidade de encarar o mundo de outra forma. Podemos ajudar a redesenhar um novo modelo econômico”
Reinaldo Pamponet Filho, Itsnoon

PS: a propósito, os cases citados no primeiro parágrafo são da Street Art View, da Red Bull, Fiat Mio e Camiseteria, respectivamente.
Para saber mais:



Engage, power to the crowd from Engage on Vimeo.

Via:O Pulo do Gato

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Invest Lisboa apoia plataforma de crowdfunding







A plataforma Massivemov conta agora com um "associado" de peso. O apoio ao projeto português de financiamento colaborativo, ou crowdfunding no termo em inglês, é feito pelo Invest Lisboa, num acordo dado agora a conhecer. 

A parceria será traduzida na divulgação da plataforma e no apoio aos projetos que tenham como objetivo vir a instalar-se no concelho de Lisboa. 


A Invest Lisboa resulta de uma associação entre a ACL/Câmara do Comércio e Indústria Portuguesa e a Câmara Municipal de Lisboa, com o apoio da AICEP, e para além da promoção de Lisboa com o objectivo de atrair empresas e investimentos, presta serviços de apoio (personalizados, flexíveis, confidenciais e gratuitos) a potenciais investidores e empreendedores.


"É de saudar a criação de ferramentas alternativas de financiamento, como a da Massivemov, que poderão contribuir para desbloquear projetos interessantes a nível empresarial, e que na sequência deste apoio inicial poderão um dia vir a atingir dimensões interessantes", refere Rui Coelho, Director Executivo da Invest Lisboa, num comunicado enviado à imprensa. 

Recorde-se que a Massivemov foi lançado no início de julho, apresentando-se como a primeira plataforma de financiamento cooperativo de Portugal. 

O serviço funciona como uma ferramenta de angariação de capital para os empreendedores nacionais, utilizando os recursos das redes sociais. O objetivo é obter pequenas contribuições, mas de um número elevado de internautas, de forma a conseguir o financiamento necessário para arrancar com o projeto em causa.



quinta-feira, 7 de julho de 2011

Crowd funding estreia-se em Portugal




Começa a funcionar esta quinta-feira, à noite, aquela que é considerada a primeira plataforma de financiamento cooperativo de Portugal. Chama-se Massivemov e assenta no conceito de crowd funding, propondo-se ajudar na criação de novas empresas, na revitalização de antigos projectos ou mesmo na concretização de objectivos pessoais. 

O novo serviço funcionará como uma nova ferramenta de angariação de capital para os empreendedores nacionais, utilizando os recursos das redes sociais. O objectivo é obter pequenas contribuições, mas de um número elevado de internautas, de forma a conseguir o financiamento necessário para arrancar com o projecto em causa. 



O Massivemov arranca com três projectos prontos a serem apoiados pelos internautas, o "Project in Douro", um espaço de produção própria de cerâmica que terá o Douro vinhateiro como moldura; o "Cenas Cruzadas", na área da "dança e movimento como forma de terapia para o caos urbano"; e o "Mo.Ca - Mobiliário em Cartão", que visa a criação de uma linha de produção de mobiliário original aproveitando os desperdícios de cartão. 

À aprovação do Massivemov pode ser submetido qualquer projecto, de qualquer área, desde que respeite os princípios fundamentais do site: "fomentar o empreendedorismo e trazer valor para o empreendedor, para quem vai apoiar e para a sociedade em geral". 



Para a apresentação de um projecto, além da definição do valor e do prazo, o empreendedor terá que responder a algumas questões fundamentais e estruturar a sua ideia, mostrando de forma clara e objectiva de que forma vai utilizar o valor do apoio e executar o projecto. Gabriela Marques e João Marques, promotores do serviço, dizem que o Massivemov não avaliará qualidades artísticas nem modelos de negócio, mas sim a forma como está apresentado o projecto, para que exista uma probabilidade de sucesso elevada. "Queremos que todos os projectos inseridos na nossa plataforma sejam bem sucedidos", referem. 

Após validação por parte da equipa do portal, o projecto é publicado online e, a partir desse momento, convém que o empreendedor divulgue a sua ideia junto do maior número possível de contactos, recorrendo às redes sociais, ao email e a outras formas de comunicação de que disponha. 

Para quem estiver interessado em investir nestes projectos, o pagamento é feito através do sistema Paypal e a contribuição mais baixa é normalmente de cinco euros, embora possam ser estabelecidos limites mais elevados. Os internautas que decidirem apoiar os "negócios" divulgados no Massivemov têm acesso a várias informações, nomeadamente, o número de dias que têm para ajudar a ideia, qual o valor que está a ser solicitado para a sua concretização e quais os níveis de financiamento disponíveis.






quinta-feira, 30 de junho de 2011

10 Negócios Que Pode Começar Com Apenas 500€, Ou Menos!


Jardineiro

Se já anda aí o bichinho de se tornar num empreendedor, mas não segue o seu sonho porque pensa que são necessários créditos, ou milhões de euros para o conseguir, saiba que, por vezes, com apenas pouco dinheiro poderá começar um negócio. No entanto, tenha em mente que apesar de 9 em cada 10 empresas declararem falência no seu primeiro ano de vida usualmente é porque apenas existe uma grande falta de planeamento.
Começar por um pequeno negócio ajudá-lo-á a testar a sua capacidade de ser empreendedor com um baixo risco financeiro. Saiba que muitas grandes empresas começaram com um orçamento reduzido, por vezes numa pequena garagem, sendo hoje em dia referências incontornáveis no mundo empresarial.
Fica aqui uma lista de negócios que pode começar por 500€ ou menos.
1. Jardinagem e manutenção de jardins – necessitará de corta-relvas, aparador, corta-sebes, soprador de lixo, cartões de negócio e vassoura de metal; tudo por apenas 500€. O ideal será tirar um pequeno curso de jardinagem antes de iniciar o negócio. Depois é só ir até aos vizinhos ou até às vivendas com jardim e oferecer pessoalmente os seus serviços.
2. Limpezas domésticas – o material necessário para começar um negócio de limpezas domésticas é apenas: esfregona, balde, panos do pó, aspirador, panos diversos e cartões de negócio. Por cerca de 150€ pode começar o seu novo negócio. Um excelente exemplo de sucesso nesta área é a Molly Maid, uma empresa multi-milionária que começou apenas com um balde, uma esfregona e com muito sentido de responsabilidade e excelência no trabalho, sendo hoje em dia uma das maiores empresas na área das limpezas domésticas a nível mundial. Saiba que a sua fundadora já não limpa casas...
3. Vendas na Internet – apenas necessitará de um computador e de ligação à Internet. Tudo custa cerca de 500€. Se já tiver um computador então o investimento ainda será menor. Isto apenas requer tempo e capacidade de negociação. Esteja atento a promoções ou a lojas em liquidação. Adquira produtos em segunda mão ou em liquidação e coloque-os à venda em sites de leilões. Pode começar a vender máquinas de bricolage, roupas, ou equipamentos diversos. Para colocar os artigos à venda existem locais como o www.miau.pt.
4. Comida móvel – se gosta de cozinhar, e tem uma cozinha, então só necessita de quem goste das suas comidas e de as levar até essas pessoas. Comece a trabalhar em casa, nem que seja a confeccionar jantares apenas nos fins-de-semana. Divulgue os seus serviços a amigos e a pessoas que não têm tempo para cozinhar. Não existe nada como chegar a casa com o jantar pronto. Durante a semana, na hora do almoço, vá até as grandes empresas e ofereça pequenas amostras da sua comida, juntamente com os seus cartões. Complemente o seu negocio com um blog – gratuito em http://www.blogger.com/home – e coloque lá a sua lista de comidas e de serviços. Coloque o endereço no cartão de negócios e distribua-o. Custo: apenas 30€ para cartões de negócio.
5. Florista de lojas – necessita de um curso de decoração floral e de cartões de negócio; tudo custa cerca de 430€. Faça um curso de design floral, e depois dirija-se a lojas de roupa, restaurantes, bancos, hospitais, pastelarias, e ofereça os seus serviços de decoração. Estabeleça uma quantia semanal para que possa levar um novo arranjo floral a esse local todas as semanas, garantindo assim uma decoração fresca e agradável, sem preocupações para o cliente.
6. Cuidar de animais – necessita de escovas, champô, corta-unhas, trelas, cartões de negócio; tudo por 120€. Muitas pessoas não têm o tempo necessário para cuidar dos seus animais, dar-lhes banho, cortar-lhes as unhas e até passeá-los. Dirija-se até às clínicas veterinárias, deixe os seus cartões de negócio e explique que vai às casas dos clientes para cuidar dos seus animais de estimação.
7. Limpeza de piscinas – apenas necessitará de produtos de limpeza próprios, escova, rede, mangueira, tudo por um custo de cerca de 450€. Em algumas zonas do país existem muitas piscinas, se vive num desses locais só necessita de dirigir-se até às casas que têm piscina e oferecer o seu serviço, deixando o seu cartão de negócio.
8. Consultoria – só necessita de currículo, know-how e cartões de negócio. Custo: 30€. Se considera que o seu conhecimento pode ser válido para outros negócios, porque não ser consultor na sua área? Elabore uma lista de empresas que poderão beneficiar com o seu know-how e convença-as que a sua consultoria poderá ser-lhes vantajosa financeiramente.
9. Entregas e recados – necessita de carro, scooter ou bicicleta e) cartões de negócio. Se já tem o meio de transporte, só precisa de apenas 30€ para cartões de negócio. Ofereça serviços que incluam fazer recados nas empresas, dentro de um limite de quilómetros, como ir ao correio, levar almoços, ir às finanças, segurança social, comprar material de escritório, tudo por um valor mensal. Este pode ser um negócio muito rentável.
10. Pintor – só requer toalhas, escovas, rolos, trinchas e cartões de negócio. Custa apenas: 130€. Visite locais como lojas que vendem tintas, explique os seus serviços e deixe lá o seu cartão. Faça amizades com os gerentes das lojas e armazéns de bricolage para que quando alguém pedir os serviços de pintura, a pessoa responsável o recomende.
Estas são apenas algumas ideias, mas certamente que também poderá acrescentar a sua. A maioria das ideias de negócios necessita, para além da ideia, de empenho, de um bom planeamento e de uma visão a longo prazo. Informe-se também da melhor forma de formalizar o seu negócio a nível fiscal. Note que terá de passar facturas, e se optar por o fazer em nome individual, deverá declarar a sua actividade nas finanças e requerer recibos verdes. Se chegar à conclusão que o ideal é abrir uma empresa em nome individual, saiba que terá de dispor de 1€  adicional para o capital social.


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Expofranchise

Mais de 60% do espaço contratado e 60 marcas confirmadas
A próxima edição da Expofranchise  realiza-se, nos dias 13, 14 e 15 de Maio, no Centro de Congressos de Lisboa (Junqueira).
  
Com mais de 60% do espaço contratado e 62 expositores confirmados, demonstra que continua a ser a feira de referência do franchising no nosso país, continuando a atrair novas marcas pertencentes a distintas áreas de actividade. 


Empreendedores na blogosfera




quinta-feira, 31 de março de 2011

Portugueses que empreendem lá fora

                          


São mais de cinco milhões os portugueses que vivem no estrangeiro. Desde 2008, a Cotec já distinguiu seis com o Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa. Conheça as histórias por detrás do sucesso. 

Fonte: Jornal de Negócios

10 atitudes de Steve Jobs nada convencionais nos negócios



Pessoas no mundo todo querem ser como Steve Jobs, empresas querem ser a próxima Apple, mas quem teria a coragem de fazer o que Jobs fez? O co-fundador da Apple, ex-dono da Pixar e criador dos gadgets mais falados dos últimos 10 anos não é um semi-deus como alguns podem pregar, mas é sem dúvida uma das pessoas mais visionárias e corajosas que apareceu no mundo dos negócios nas últimas décadas. E o que mais é preciso para mudar a história além de paixão  e ação?

Há 13 anos, a Apple estava à beira da falência. Então, Steve Jobs reiventou a forma de ouvir música, depois reinventou o celular e encantou o mundo com a magia do iPad poucos anos depois. As pessoas admiram Steve Jobs, mas não agem como Steve Jobs. Aqui estão as principais atitudes — ousadas — que o tornaram o executivo mais admirado da atualidade.

1. Parceria com o concorrente.
Pouca gente sabe, mas se não fosse pela Microsoft, talvez (enfatizo no talvez) a Apple não estivesse aqui. Em 1997, após muitos anos no vermelho, Steve Jobs precisava juntar dinheiro rápido e foi esperto o bastante para procurar Bill Gates. A Microsoft investiu $150 milhões na Apple e foi parceira da marca na Macworld Expo 97. Jobs justificou dizendo: “Isso é pela saúde da Apple, para que ela possa dar grandes contribuições à indústria e voltar a prosperar”. O que, de fato, aconteceu.

2. Colocar sexo nos produtos.
Jobs é um vendedor nato. No início, Wozniak cuidava da engenharia enquanto Jobs tratava de vender e conseguir parcerias. Eu não sei o que ele quis dizer com “sexo”, mas em 1998, Jobs convocou uma reunião e disse: “sabe o que essa empresa tem de errado? Os produtos são uma droga! Não há sexo neles.” O que eu se é que hoje, o design dos produtos Apple levam pessoas ao orgasmo.

3. Criar soluções possíveis para problemas impossíveis.
A Apple é uma indústria, certo? Errado. É também comércio. Tudo começou quando Steve Jobs achou que as lojas de varejo não davam a atenção que os produtos Apple mereciam. Então, ele fez o que na época ninguém fazia: criou lojas próprias. Pode parecer fácil, mas atuar com algo que você não domina, como o varejo, é sempre um grande desafio.

4. Dizer aos consumidores o que eles querem em vez de perguntar.
Ele é famoso por dizer que os consumidores não sabem o que querem até verem um. Sua teoria pôs abaixo um dos maiores mitos do marketing: o de que os consumidores conhecem seus desejos. A Apple não usa grupos de foco, em vez disso diz o que as pessoas querem antes de quererem. Ano passado quando o iPad foi anunciado, as pessoas acharam o produto bobo, e não foi que ele se tornou sonho de consumo?

5. Produtos que funcionam melhor juntos.
A Apple é famosa por favorecer seus próprios produtos. iPod com iTunes, iTunes com iMacs, interação entre iPhones e iPads e iTunes store, etc. A justificativa por trás disso na opinião de Steve Jobs é:  “A Apple está sempre mostrando que a soma das partes é maior que o todo”.

6. Não contratar apenas os melhores.
Como muitos estudiosos da criatividade defendem, a empresa aposta na diversidade da sua equipe. O próprio Steve Jobs atribui parte do sucesso dos Macintosh ao fato de ter funcionários com formação em música, história, zoologia e literatura.

7. Estimular o pensamento diferente.
“Pense diferente” não é apenas o título de uma das campanhas publicitárias mais memoráveis da história, mas é também a filosofia que a empresa se sustenta.

8. Não incrementar demais.
Apenas recentemente os iPods passaram e ter rádio FM e o primeiro iPhone tinha uma câmera péssima. Essa é uma das maiores lições da Apple: você não precisa lançar o produto perfeito, apenas crie algo incrível e antes de todo mundo. “Nós somos absolutamente consumidos pela ideia de criar uma solução que seja muito simples”, disse o designer Jonathan Ive, vice-presidente de design da Apple.

9. Vende sonhos, não produtos
Foi-se o tempo em que Mac OS X era o mais seguro , o mais rápido e o mais estável, mas ficou a imagem de um super produto, uma grande reputação e o melhor design para se ter na sala de casa. As pessoas não compram iMac, iPhones e iPads pelo que eles são, mas pelo que eles representam.

10. Acreditar em si próprio
Steve Jobs disse no seu famoso discurso em Stanford: “Tenha a coragem para seguir o seu coração e sua intuição. Ele, de alguma forma, já sabe o que você quer se tornar”.

Fonte: Business Insider e pg


segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

A chave para preservar clientes

Prestar um bom atendimento ao cliente é a chave para preservar e angariar mais clientes. Parece simples? Sim. É fácil de realizar? Sim. É normal acontecer? Não.

Má experiência = Adeus
Desculpar e esquecer? Não


MSPA Customer Experience Article