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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Crowdfunding – financiamento colaborativo


Financie a sua ideia com a ajuda das redes sociais

Crowdfunding  é um termo  inglês que traduzido para português poderá significar  “financiamento colectivo” ou “financiamento colaborativo”. É uma forma simples e recente de angariação de financiamento para um projeto através de uma comunidade que partilha os mesmos interesses.
No atual cenário de crise o crédito escasseia ou, simplesmente, é demasiado caro. O crowdfunding pode ser a alternativa de que precisava para financiar o lançamento do seu próprio negócio, para concretizar , um sonho há muito adiado ou, até,  promover uma ideia.

Crowdfunding
Se tiver uma ideia  ponha-a em prática. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Governo cria nova linha de crédito para as PMEs



O Governo anunciou esta quarta-feira a criação de uma nova linha de crédito para as PMEs. 


A «PME Crescimento» vai estar disponível nos bancos a partir do próximo dia 16. O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, anunciou esta quarta-feira o lançamento de uma linha de crédito para pequenas e médias empresas (PME), no valor global de 1,5 mil milhões de euros. «Não falamos de promessas mas de medidas concretas», afirmou o ministro da Economia na apresentação da linha, acrescentando que a mesma «vai estar disponível nos balcões dos bancos a partir do dia 16» deste mês. «É hoje inegável que as empresas portuguesas atravessam um período de graves dificuldades de financiamento, seja para permitir novos investimentos, seja para assegurar simples operações de tesouraria», disse Álvaro Santos Pereira na apresentação desta iniciativa, em Lisboa. O ministro referiu ainda que, deste montante global, 250 milhões se destinam a operações que irão beneficiar às micro e pequenas empresas, 500 milhões serão direccionados especificamente para as empresas exportadoras, cabendo a restante parcela a outras PME.


Empreendedores em Rede
http://www.facebook.com/empreendedoresemrede

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Netbolsa ganha sistema de “crowdfunding”
















A NetBolsa disponibiliza agora a todos os seus membros, um sistema de “crowdfunding”: ferramenta desenvolvida para facilitar a obtenção de financiamento, a partir do contributo de múltiplos investidores. A organização quer aproveitar o potencial constituído pelo conjunto de mais de 2000 investidores registados na rede.

A Markup, a empresa que desenvolveu a rede e o sistema de “crowdfunding”, será responsável pela gestão do sistema de financiamento colaborativo. Além  de facilitar o encontro entre quem procura capital e quem o detém, fará também a promoção  dos projectos junto da imprensa e das redes sociais.

As contribuições  podem ser feitas em qualquer montante em euros, e apenas os projectos financiados a 100%
no prazo previsto terão viabilidade, explica um comunicado. A Markup encarregar-se-á de fazer essa gestão.

De acordo com a Netbolsa, para utilizar o sistema de “crowdfunding” na NetBolsa, o promotor terá que estar
registado na rede e ter adicionado e configurado a aplicação de “Angariação de Fundos”.


segunda-feira, 25 de julho de 2011

Como pode obter financiamento da multidão que está online



O crowdfunding ganhou força com o colapso dos mercados e a falta de liquidez dos bancos. Chegou finalmente a Portugal com dois novos projectos.


A "culpa" talvez tenha sido dos Marillion, banda britânica que em 1997 deixou de ter dinheiro para pagar uma tournée nos Estados Unidos. Mark Kelly, teclista, deu a má notícia aos fãs na Internet e o resultado foi surpreendente: 60 mil dólares (cerca de 41 mil euros) chegaram às mãos da banda graças a donativos. Problema resolvido.

Mais de uma década anos depois, o fenómeno do crowdfunding - acção de cooperação colectiva em que pessoas financiam online iniciativas e projectos que podem ser lucrativos ou não - ganhou força com o colapso dos mercados e a falta de dinheiro da banca. Mobiliza centenas de sites e milhares de pessoas em todo o mundo e chegou finalmente a Portugal pela mão de duas novas empresas, a Orange Birds e a Massivemov.

A Orange Birds lançou o seu site no início de Julho e espera "com entusiasmo" reacções e sugestões. Na plataforma PPL (abreviatura em inglês de pessoas, em www.ppl.com.pt) será possível encontrar projectos de empreendedores de áreas que podem ir desde o cinema a aplicações para telemóveis.

Paulo Silva Pereira, consultor de serviços financeiros durante 13 anos na Accenture, Yoann Nesme, engenheiro de sistemas electrónicos que fez carreira na Microsoft, Pedro Domingos, que passou pela Capgemini e Timwe, e Pedro Oliveira, investigador e professor auxiliar na escola de Gestão e Economia da Universidade Católica, conheceram-se durante o The Lisbon MBA e apaixonaram-se "pelos temas de colaboração colectiva e pelo potencial de inovação que existe em cada indivíduo".

Com o PPL, querem apoiar projectos e ideias "onde quem contribui é gratificado através de prémios criativos e participações no projecto ou ideia", referem, numa resposta conjunta, enviada por e-mail. Resumindo, um apoiante escolhe a ideia que mais lhe agrada, faz o seu donativo financeiro - sem limite mínimo nem máximo - e, em troca, recebe uma recompensa. Se o projecto em causa é para apoiar a encenação de uma peça de teatro poderá receber um convite para assistir à estreia, por exemplo.

O PPL cobra uma comissão de cinco por cento, mas apenas nos projectos que conseguirem obter o total do financiamento pretendido. Caso o montante definido pelo promotor não for atingido dentro de um prazo previamente estabelecido, os apoiantes recebem todo dinheiro de volta. A comissão do PPL serve para "promover o crowdfunding em Portugal".

"Faltam incentivos ao empreendedorismo, nomeadamente a projectos pequenos e médios que consigam ultrapassar as actuais barreiras rígidas ao financiamento e à iniciativa em geral", defendem os empreendedores, que preferiram não avançar dados concretos do investimento que fizeram no lançamento do negócio.

Alternativa às burocracias

No Porto, o Massivemov começou pelo Facebook e também já está online. O site (www.massivemov.com) estreou dia 7 de Julho já com projectos específicos. Gabriela Marques, 32 anos, e João Marques, 34 anos, venderam recentemente a Pecofil, empresa que detinham no sector do comércio de combustíveis, e decidiram investir 20 mil euros na criação da plataforma colaborativa.

"Estamos em tempos de crise e esta tem de ser contornada com novas formas de empreendedorismo. Todos podem ter uma oportunidade de concretizar os seus projectos através do financiamento cooperativo", defende Gabriela Marques. O Massivemov, continua, é uma alternativa "às burocracias e dificuldades". O site será gerido como uma empresa, mas não cobra qualquer comissão pelos valores angariados. A intenção é conseguir um patrocinador oficial e exclusivo.

No Massivemov os donativos começam a partir dos cinco euros e o pagamento será feito através do sistema Paypal. "É a única plataforma que permite que os apoiantes façam uma promessa de pagamento", explica Gabriela Marques. O valor só é debitado na conta Paypal de quem apoia se o projecto conseguir, pelo menos, 80 por cento do financiamento pretendido.

"Um dos projectos que temos é o de duas pessoas que constroem mobiliário em cartão. Em troca de financiamento dão descontos na aquisição do produto ou uma peça de mobiliário, dependendo dos montantes", conta Gabriela. Também há um designer que quer lançar uma linha de T-shirts e uma quinta no Douro que precisa de um forno para cozer barro.

Pedro Oliveira, professor de Paulo, Yoann e Pedro no MBA onde todos se conheceram, tem vindo a investigar o papel do utilizador no processo de inovação e no financiamento de novos projectos, e há pouco tempo apresentou o seu trabalho na NASA. Em tempos de contracção financeira, também a prestigiada instituição procura novas formas de obter capital. Em conjunto com Miguel Pina e Cunha, professor na Universidade Nova de Lisboa, identificou 183 plataformas de crowdfunding em todo o mundo, desenvolvidas por utilizadores das redes sociais.

"A multidão pode ser uma melhor fonte de apoio financeiro do que as formas tradicionais", dizem os investigadores, num estudo que ainda está em fase de elaboração sobre o nascimento e desenvolvimento deste fenómeno.

O que começou como uma forma de fotógrafos, realizadores de cinema, músicos e outros artistas angariarem capital para os seus trabalhos artísticos, depressa se estendeu a outros sectores. E "foram os utilizadores que criaram todo um novo sector que cada vez mais compete com os serviços financeiros e a banca", notam.

Há três formatos de crowdfunding: apoio a projecto onde quem contribuiu recebe uma recompensa através de prémios (é o caso do PPL e do Massivemov); empréstimos de pessoas a pessoas, com um lucro financeiro predefinido (como a britânica Zopa) e, finalmente, investimento em troca de uma participação na empresa, lucros ou partilha de receitas.



Fonte: Público

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Crowd funding estreia-se em Portugal




Começa a funcionar esta quinta-feira, à noite, aquela que é considerada a primeira plataforma de financiamento cooperativo de Portugal. Chama-se Massivemov e assenta no conceito de crowd funding, propondo-se ajudar na criação de novas empresas, na revitalização de antigos projectos ou mesmo na concretização de objectivos pessoais. 

O novo serviço funcionará como uma nova ferramenta de angariação de capital para os empreendedores nacionais, utilizando os recursos das redes sociais. O objectivo é obter pequenas contribuições, mas de um número elevado de internautas, de forma a conseguir o financiamento necessário para arrancar com o projecto em causa. 



O Massivemov arranca com três projectos prontos a serem apoiados pelos internautas, o "Project in Douro", um espaço de produção própria de cerâmica que terá o Douro vinhateiro como moldura; o "Cenas Cruzadas", na área da "dança e movimento como forma de terapia para o caos urbano"; e o "Mo.Ca - Mobiliário em Cartão", que visa a criação de uma linha de produção de mobiliário original aproveitando os desperdícios de cartão. 

À aprovação do Massivemov pode ser submetido qualquer projecto, de qualquer área, desde que respeite os princípios fundamentais do site: "fomentar o empreendedorismo e trazer valor para o empreendedor, para quem vai apoiar e para a sociedade em geral". 



Para a apresentação de um projecto, além da definição do valor e do prazo, o empreendedor terá que responder a algumas questões fundamentais e estruturar a sua ideia, mostrando de forma clara e objectiva de que forma vai utilizar o valor do apoio e executar o projecto. Gabriela Marques e João Marques, promotores do serviço, dizem que o Massivemov não avaliará qualidades artísticas nem modelos de negócio, mas sim a forma como está apresentado o projecto, para que exista uma probabilidade de sucesso elevada. "Queremos que todos os projectos inseridos na nossa plataforma sejam bem sucedidos", referem. 

Após validação por parte da equipa do portal, o projecto é publicado online e, a partir desse momento, convém que o empreendedor divulgue a sua ideia junto do maior número possível de contactos, recorrendo às redes sociais, ao email e a outras formas de comunicação de que disponha. 

Para quem estiver interessado em investir nestes projectos, o pagamento é feito através do sistema Paypal e a contribuição mais baixa é normalmente de cinco euros, embora possam ser estabelecidos limites mais elevados. Os internautas que decidirem apoiar os "negócios" divulgados no Massivemov têm acesso a várias informações, nomeadamente, o número de dias que têm para ajudar a ideia, qual o valor que está a ser solicitado para a sua concretização e quais os níveis de financiamento disponíveis.






terça-feira, 1 de março de 2011

ABC / Franchising





No próximo dia 9 de Março a Invest Lisboa, em parceria com a Teamvision , realiza o Workshop ABC/Franchising, com o objectivo de dar a conhecer o sistema de Franchising como um caminho para a criação do próprio emprego e viabilização de um projecto no mercado local.

Será apresentado, de uma forma genérica, o modo de funcionamento deste sistema, as vantagens e as desvantagens, assim como as tendências de mercado. A experiência da Teamvision no ramo da Consultoria em Franchising, assim como a sua integração na maior holding nacional em Franchising  o Grupo Onebiz, permitirá advertir todos os participantes para os principais aspectos a reter na procura de soluções em Franchising para a criação do seu próprio negócio, fontes de informação e ainda formas de financiamento para o lançamento da actividade.

A sessão decorrerá entre as 14h30 e as 17h00 na Associação Comercial de Lisboa, R. das Portas de Santo Antão, 89, Lisboa.


sábado, 11 de dezembro de 2010

2ª fase de candidaturas PRODER













Decorre entre 6 de Dezembro a 31 de Janeiro a 2ª fase de candidaturas PRODER (abordagem LEADER) para os concelhos do Alto Tâmega (Chaves, Montalegre, Boticas, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar). 

As 3 medidas de dinamização rural ( diversificação das actividades agricolas, criação e desenvolvimento de micro-empresas e desenvolvimento de actividades turisticas e de lazer) têm uma dotação orçamental muito significativa (1,7 milhões de euros no seu conjunto).

Permite o financiamento de projectos de investimento, nomeadamente de criação de empresas, até 300.000 euros com umna subvenção de 40 a 60% conforme a criação de postos de trabalho.

PS: se não pertence ao Alto Tamega, esteja atento pois abrirão nos proximos dias na restante região.


Fonte:  Cristina Coelho via Facebook