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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Governo cria nova linha de crédito para as PMEs



O Governo anunciou esta quarta-feira a criação de uma nova linha de crédito para as PMEs. 


A «PME Crescimento» vai estar disponível nos bancos a partir do próximo dia 16. O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, anunciou esta quarta-feira o lançamento de uma linha de crédito para pequenas e médias empresas (PME), no valor global de 1,5 mil milhões de euros. «Não falamos de promessas mas de medidas concretas», afirmou o ministro da Economia na apresentação da linha, acrescentando que a mesma «vai estar disponível nos balcões dos bancos a partir do dia 16» deste mês. «É hoje inegável que as empresas portuguesas atravessam um período de graves dificuldades de financiamento, seja para permitir novos investimentos, seja para assegurar simples operações de tesouraria», disse Álvaro Santos Pereira na apresentação desta iniciativa, em Lisboa. O ministro referiu ainda que, deste montante global, 250 milhões se destinam a operações que irão beneficiar às micro e pequenas empresas, 500 milhões serão direccionados especificamente para as empresas exportadoras, cabendo a restante parcela a outras PME.


Empreendedores em Rede
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quarta-feira, 2 de março de 2011

Mértola promove I Feira de Emprego, Formação e Empreendedorismo






A vila de Mértola vai acolher a I Feira de Emprego, Formação e Empreendedorismo, na quinta-feira, dia 3,no salão dos bombeiros, numa iniciativa inserida no projecto "Margens", do Gabinete de Empreendedorismo do município.

O objectivo do certame, explicou hoje a câmara municipal, é criar um espaço que permita aos visitantes um contacto directo com a oferta formativa e as oportunidades de emprego, de financiamento e de apoio à criação do próprio emprego.

Paralelamente ao espaço expositivo, vão decorrer vários colóquios, no Cineteatro Marques Duque, dedicados a temas como os apoios à criação do próprio emprego pelos jovens, o Fundo de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (FAME), os estágios profissionais e a criação de empresas. 

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

UAlg: Alunas do politécnico premiadas por ideias de negócio inovadoras

O concurso de ideias Polieempreende para incentivar alunos do ensino superior politécnico a desenvolver projectos de vocação empresarial, premiou três ideias no Algarve. Confira aqui as vencedoras e as suas ideias.


sábado, 25 de setembro de 2010

Dia Europeu das Línguas 2010

Monte de letras de metal © iStockphoto.com/chieferu
Este ano, o Dia Europeu das Línguas terá como temas centrais as empresas e o emprego e será assinalado com a realização de uma série de eventos relacionados com as línguas por volta do dia 26 de Setembro.
As línguas são boas para os negócios. Esta é a principal mensagem da edição deste ano do Dia Europeu das Línguas. Ter trabalhadores que conhecem outras línguas é um trunfo valioso para qualquer empregador, visto que facilita a entrada nos mercados externos. E quem anda à procura de trabalho e aprende uma língua estrangeira pode melhorar as suas perspectivas de emprego.
O Dia Europeu das Línguas promove a aprendizagem de línguas em qualquer idade. Além disso, pretende chamar a atenção para as diferentes línguas faladas na Europa e celebrar as línguas em todas as suas formas.
Este ano, os principais eventos English em Bruxelas terão lugar a 23 e 24 de Setembro. Os países da UE também estão a organizar eventos por volta do dia 26 de Setembro: conferências sobre o multilinguismo, tradução e interpretação; programas de rádio; concursos e passatempos em linha sobre línguas; recitais de poesia e sessões com contadores de estórias; projecção de filmes na língua original; feiras de línguas; aulas de iniciação às línguas e seminários. Em Portugal, o Instituto de Letras e Ciências Humanas (ILCH) da Universidade do Minho, por exemplo, organiza a 27 de Setembro, das 9h30 às 17h, uma jornada inteira dedicada ao Dia Europeu das Línguas.
Para mais informações, contacte fiorella.perotto@ec.europa.eu ou consulte os seguintes sítios:


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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Empresas precisam aumentar investimentos em práticas inovadoras de gestão e tecnologia

Apenas um terço das empresas brasileiras utiliza algum tipo de prática inovadora na sua gestão. Segundo dados apresentados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), 33,6% das empresas são inovadoras e o nível de investimentos feitos pelo sector privado em Investigação e Desenvolvimento (I&D) está abaixo da meta estabelecida para o País. Em 2010, o dispêndio das empresas privadas em I&D deve alcançar 0,56% do Produto Interno Bruto (PIB), ante uma meta de 0,65% do PIB.

“O nível de envolvimento das micro e pequenas empresas com o tema ainda é muito baixo. A inovação deve ser prioridade número um dentro das estratégias das empresas, precisa de ocupar o papel central da indústria brasileira”, afirma o investigador de Estudos e Políticas Industriais da CNI, Rodrigo Teixeira.
Por outro lado, ressaltou, o apoio governamental em relação a outros países também é baixo e deveria elevar-se. Actualmente os incentivos fiscais e subvenções totalizam 0,16% do PIB. “Já é baixo, e se retirarmos o volume que é atrelado ao sector de informática, cai para apenas 0,05%”, afirma.

Numa palestra durante o XX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas e XVIII Workshop da Associação Nacional das Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), que se está a realizar esta semana em Campo Grande (Mato Grosso do Sul), Teixeira defendeu, entre outros pontos, a simplificação e o melhoramento dos incentivos fiscais, além de uma melhoria dos marcos regulatórios relativos ao sector de inovação e tecnologia.

Engajement O representante do governo federal no evento, o secretário executivo do Ministério da Ciência e Tecnologia, Luiz Antonio Rodrigues Elias, afirmou que os investimentos federais na área têm avançado e concordou que a alavancagem privada ainda é reduzida.

“Temos uma evolução crescente do orçamento do Ministério (o orçamento passou de R$ 1,9 bilhão em 2000 para R$ 7,9 bilhões em 2010), mas isso ainda não conseguiu incentivar o lado privado. É necessário que o sector empresarial participe do risco do conhecimento. O risco está em envolver o lucro neste processo, não contando apenas com recursos públicos. Não temos tido a mesma resposta, a mesma envergadura no sector privado”, afirmou.

O representante da CNI destacou como uma deficiência brasileira a falta de investimento em recursos humanos e em equipamentos e máquinas o que, segundo ele, compromete a competitividade. “Precisamos de cientistas e engenheiros. Dos brasileiros que têm nível superior, apenas 11% são cientistas e engenheiros. Na China, esse volume é de 39%. Na Alemanha, de 31%.”

Segundo o secretário, entre os desafios do País nos próximos dez anos está o fortalecimento da capacidade de inovação das empresas. “Temos hoje recursos e instrumentos eficientes para fomentar planos de inovação nas PME e fortalecer redes de pesquisa e inovação para o mercado brasileiro, como por exemplo, por meio do Sebraetec (programa do Sebrae que fornece consultoria para ajudar a introdução de conceitos de inovação nos pequenos negócios)”, afirma. De acordo com o secretário, é necessário que a cultura da inovação se introduza no sector empresarial e que os parques tecnológicos e as incubadoras possam ajudar fortemente na elevação dessa capacidade.

A CNI lidera a Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI) que tem por objetivo sensibilizar as empresas para que invistam em inovação e trabalhem junto do governo na melhoria das políticas públicas. O Sebrae é parceiro da entidade e tem a função de actuar na incorporação do tema inovação pelas micro e pequenas empresas. O conceito de inovação, segundo Teixeira, engloba inovação de produto, de processo, a organizacional, a tecnológica e de marketing.

Parques tecnológicos
O Ministério da Ciência e Tecnologia publica na próxima semana dois editais para incentivar a melhoria dos parques tecnológicos e incubadoras de empresas existentes no Brasil. O primeiro, com um volume de R$ 40 milhões, prevê investimentos nos 75 parques tecnológicos existentes no País – 25 em exercício. O segundo investimento, de R$ 10 milhões, será dirigido às incubadoras de empresas.

“Queremos promover melhorias nas estruturas para a investigação, além de aumentar a capacitação e melhorar a gestão nos parques e nas incubadoras. Queremos deixar uma estrutura de parques adequada para o próximo governo, deixar um projecto de longo prazo”, afirma Elias.

O Seminário, que será realizado até à próxima sexta-feira (24/9) em Campo Grande (Mato Grosso do Sul), é promovido pela Anprotec em parceria com o Sebrae. Com 670 participantes inscritos, tem como tema central o desenvolvimento de empreendimentos sustentáveis. A Anprotec reúne 400 incubadoras em actividade no País, que contam com mais de 6,3 mil empresas. Juntas, elas faturam cerca de R$ 3,5 bilhões por ano e empregam 25 mil trabalhadores.

FONTE: Agência Sebrae de Notícias


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